Peritonite
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Que lesão de órgão practolol pode causar? peritonite, exantema medicamentoso, doença da córnea, doença autoimune, ceratite, lúpus eritematoso sistêmico, perturbação sensorial, psoríase, obstrução intestinal, transtorno auditivo, derrame pleural, eritema, pericardite, arritmia cardíaca, doença dos brônquios, broncoespasmo, insuficiência cardíaca, hipotensão arterial, asma, doença pulmonar obstrutiva, hipersensibilidade respiratória, lesões orais, transtorno respiratório, conjuntivite, dispneia, distúrbio da Pigmentação, eczema, eritrodermia, estomatite, infeção ocular, miopatia, nefropatia, otite, pleurisia, queratose, surdez, trombose, úlcera de córnea, xeroftalmia, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, fibrose pleural, bradicardia, síndrome nefrótica, bloqueio de ramo, cãibra, catarata, cegueira, ceratodermia palmoplantar, doença de Peyronie, doença de Raynaud, doença genética, glaucoma, hipertensão ocular, otite média, colestase, neuropatia periférica, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, urticária e angioedema, ambliopia, angina, artropatia, atelectasia, cirrose biliar primária, cirrose hepática, claudicação intermitente, colestase intra-hepática da gravidez, complicações na gravidez, derrame pericárdico, dissonia, doença arterial periférica, eritema multiforme, eritema nodoso, esclerose sistêmica, estado asmático, exantema, fobia, glossodínia, hidrartrose, hiperemia, hipersensibilidade de tipo III, hipertensão arterial, insônia, insuficiência placentária, insuficiência renal, insuficiência renal crônica, líquen plano, miastenia grave, neoplasia das vias respiratórias, neurastenia, neurite, neuropatia óptica, perturbação de ansiedade, retinopatia, rinite, síndrome de Vogt-Koyanagi-Harada, síndrome paraneoplásica, taquicardia, transtorno somatoforme, trauma facial, traumatismo craniano, tremor, tumor pulmonar e uveíte.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Espessamento que fica depois que o derrame sai, e restringe. Ergolínicos (bromocriptina, metisergida) e nitrofurantoína são os clássicos, e o dano é em boa parte irreversível — quem decide o desfecho é suspender cedo.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.