Nitroglicerina

Que lesão de órgão nitroglicerina pode causar? bradicardia, meta-hemoglobinemia, exantema medicamentoso, infarto do miocárdio, cardiomiopatia, lesão renal aguda, enxaqueca, hipotensão arterial, arritmia cardíaca, perturbação sensorial, coronariopatias, hiperalgesia, doença cerebrovascular, vasoespasmo coronariano, perda de consciência, síncope, parada cardíaca, hipotensão postural, taquicardia, angina, cefaleia em salvas, hipertensão arterial, insuficiência renal, nefropatia, síncope vasovagal, bloqueio de ramo, distúrbios do sistema vestibular, edema cerebral, eritema, fibrilhação ventricular, mal da montanha, transtorno respiratório, vasculite, vertigem, neuropatia periférica, anafilaxia, dissonia, distúrbio da Pigmentação, doença genética, hipertensão intracraniana idiopática, isquémia cerebral, hipertensão pulmonar, prolongamento do intervalo QT, lesão hepática medicamentosa, trombocitopenia, síndrome serotoninérgica, encefalopatia, urticária e angioedema, acidente isquémico transitório, acidente vascular cerebral, ageusia, alopécia, angina de Prinzmetal, angioedema, anomalias craniofaciais, arterite, artrite, artropatia, artropatia por deposição de cristais, carcinoma, carcinoma basocelular, cardiopatia congênita, cárie dentária, cefaleia de tensão, cegueira, citopenia, coagulopatia, disfagia, doença da tireoide, doença de refluxo gastroesofágico, doença torácica, encefalopatia hipertensiva, eritema multiforme, eritrodermia, erro metabólico hereditário, espasmo, exantema, flebite, fotofobia, gota, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hiperestesia, hiperhomocisteinemia, hiperpigmentação, hipersonia, hipertiroidismo, insônia, lesões orais, má-absorção intestinal, malformações cefálicas congênitas, melanose, paralisia, parestesia, púrpura, taquicardia ventricular, tremor e tumor de pele.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Bradicardia

AEstabelecidoCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Relatos no FAERS:
963
ROR:
5,2 (IC 95% 4,95,5)
Literatura:
18 de 40 artigos

Meta-hemoglobinemia

BProvávelHematológica

Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.

Relatos no FAERS:
13
ROR:
2,2 (IC 95% 1,33,7)
Literatura:
16 de 22 artigos

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
16 de 20 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Relatos no FAERS:
5.429
ROR:
10,1 (IC 95% 9,810,4)
Literatura:
10 de 1162 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Relatos no FAERS:
530
ROR:
5,2 (IC 95% 4,85,7)
Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
4.171
ROR:
4,2 (IC 95% 44,3)
Literatura:
4 de 13 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
2 artigos

Hipertensão pulmonar

CPossívelRespiratória

Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.

Literatura:
1 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

Síndrome serotoninérgica

CPossívelNeurológica

Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.

Literatura:
1 artigos

Encefalopatia

CPossívelNeurológica

A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.