Doxepina

Que lesão de órgão doxepina pode causar? arritmia cardíaca, taquicardia, xerostomia, prolongamento do intervalo QT, convulsão, cardiopatia congênita, doença ocular, perda de consciência, lesões orais, perturbação sensorial, hipotensão arterial, nefropatia, lesão hepática medicamentosa, lesão renal aguda, exantema medicamentoso, alucinação, coma, confusão, delirium, insuficiência renal, miopatia, parada cardíaca, rabdomiólise, transtorno respiratório, torsades de pointes, bloqueio de ramo, citopenia, dissonia, doença autoimune, estomatite, hipotensão postural, mioclonia, obstrução intestinal, oftalmoplegia, paralisia, síndrome do desejo sexual hipoativo, taquicardia ventricular, transtorno bipolar, transtornos do humor, insuficiência cardíaca, bloqueio atrioventricular, trombocitopenia, anemia hemolítica, síndrome neuroléptica maligna, afonia, anemia, anemia hemolítica autoimune, cárie dentária, disartria, disfunção erétil, distonia, distúrbio da fala, distúrbio da voz, distúrbios do sistema vestibular, doença da laringe, doença periodontal, estado de mal epilético, glossodínia, hipersonia, hipertensão arterial, hipotonia, íleo paralítico, insônia, insuficiência respiratória, leucopenia, midríase, oligúria, penfigoide bolhoso, perdigoto, perturbação visual, pseudo-obstrução intestinal, retenção urinária, rouquidão, síncope, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, transtorno auditivo, transtorno da comunicação, transtorno do espectro esquizofrênico, vertigem e zumbido.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
5 de 5 artigos

Convulsão

BProvávelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
5 de 7 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
3 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
3 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
3 artigos

Torsades de pointes

CPossívelCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Literatura:
2 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Bloqueio atrioventricular

CPossívelCardíaca

Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.

Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
1 artigos

Síndrome neuroléptica maligna

CPossívelNeurológica

Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.