Cloreto de mercúrio

Que lesão de órgão cloreto de mercúrio pode causar? nefropatia, insuficiência renal, lesão renal aguda, lesão hepática medicamentosa, lesões orais, doença da tireoide, hipertensão arterial, doença autoimune, nefrite, proteinúria, glomerulonefrite, necrose tubular aguda, complicações na gravidez, líquen plano, vasculite, síndrome nefrótica, artrite, artropatia, hipersensibilidade de tipo III, neuropatia periférica, insuficiência renal crônica, nefrite intersticial aguda, exantema medicamentoso, autismo, cardiomegalia, espectro autista, estomatite, exantema, lúpus eritematoso sistêmico, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbação sensorial, tiroidite, transtorno global do desenvolvimento, traumatismo craniano, uremia, esteatose hepática, síndrome do óleo tóxico, arteriosclerose, citopenia, condição pré-maligna, dacriocistite, diabetes mellitus, diabetes mellitus tipo 2, distúrbio da Pigmentação, doença do pâncreas, epilepsia, glicosúria, hemoglobinúria, hiperparatiroidismo, hiperplasia prostática benigna, hipertrofia ventricular esquerda, hipotiroidismo, imunodeficiência, infertilidade, infertilidade masculina, insuficiência hepática, lesão pulmonar, leucopenia, leucoplasia, linfocitopenia, malformações cefálicas congênitas, miopatia, necrose das papilas renais, nefrite lúpica, nefropatia membranosa, neurodegeneração, parotidite, perda auditiva sensorioneural, perturbação visual, poliúria, rabdomiólise, reabsorção fetal, sialadenite, surdez, tiroidite autoimune, transtorno auditivo, transtornos linfoproliferativos, tremor e tumor renal.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
68 de 183 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
28 de 32 artigos

Síndrome nefrótica

CPossívelRenal

Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.

Literatura:
4 de 8 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
3 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
2 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
2 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
1 artigos

Síndrome do óleo tóxico

CPossívelRespiratória

Epidemia espanhola de 1981, óleo de colza desnaturado com anilina: pneumonite com eosinofilia que virou esclerodermia e neuropatia. É o lembrete de que adulterante de excipiente também é toxicidade.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.