Exantema medicamentoso
BProvávelCutâneaO mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
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- 12 artigos
Que lesão de órgão probenecida pode causar? exantema medicamentoso, necrose tubular aguda, nefropatia, insuficiência renal, parkinsonismo, lesão renal aguda, convulsão, doença genética, proteinúria, anemia hemolítica, anemia, artrite, artropatia, artropatia por deposição de cristais, erro metabólico hereditário, glicosúria, gota, síndrome nefrótica, citopenia, doença autoimune, perturbação sensorial, uveíte, lesão hepática medicamentosa, anemia hemolítica autoimune, carcinoma, catalepsia patológica, diabetes mellitus, doença da bexiga, doença pulmonar, eritema, hipercinesia, hiperplasia prostática benigna, infertilidade, nefrite, insuficiência hepática aguda, nefrite intersticial aguda, agranulocitose, trombocitopenia, neuropatia periférica, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, urticária e angioedema, fotossensibilidade, acidose tubular renal, adenocarcinoma, anafilaxia, ataxia, cistite, coma, doença desmielinizante, edema cerebral, encefalite, eosinofilia, epilepsia, eritema multiforme, estado de mal epilético, estomatite, fraqueza muscular, gastrite, gastroenterite, glioma, glomerulonefrite, hematúria, hidrocefalia, hiperalgesia, infertilidade masculina, insuficiência hepática, insuficiência renal crônica, irite, lesões orais, leucopenia, líquen plano, miopatia, nefropatia membranosa, neoplasia da bexiga, pancitopenia, perda de consciência, surdez, tosse, transtorno alimentar, transtorno auditivo, transtorno respiratório, úlcera péptica, uremia e uretrite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.