Nefropatia
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Que lesão de órgão sulfadiazina pode causar? nefropatia, exantema medicamentoso, insuficiência renal, lesão renal aguda, citopenia, leucopenia, cálculo renal, agranulocitose, anemia, neutropenia, anemia aplástica, aplasia de medula óssea, exantema, ceratite, doença da córnea, lesão hepática medicamentosa, anemia hemolítica, eritema, eritema multiforme, imunodeficiência, lesões orais, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, conjuntivite, estomatite, trombocitopenia, dRESS, artrite, artropatia, doença autoimune, lúpus eritematoso sistêmico, nefrite, síndrome do olho seco, nefrite intersticial aguda, convulsão, nefropatia por cristais, erupção fixa por droga, anafilaxia, complicações na gravidez, hidronefrose, retinite, retinopatia, cardiomiopatia, síndrome nefrótica, meta-hemoglobinemia, fotossensibilidade, alucinação, coma diabético, corioretinite, diabetes mellitus, distúrbio da Pigmentação, doença da bexiga, doença da tireoide, doença inflamatória intestinal, doença óssea, eosinofilia, eritroblastose fetal, gastroenterite, glomerulonefrite, hematúria, hipotiroidismo, imunodeficiência adquirida, infeção sexualmente transmissível, infecção pelo HIV, insuficiência renal crônica, má-absorção intestinal, neurotoxoplasmose, oligúria, osteoporose, pancitopenia, parada cardíaca, perturbação de ansiedade, psoríase, querníctero, sialadenite, síndrome hepatorrenal, transtornos linfoproliferativos, uveíte e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Creatinina que sobe horas depois da dose, com cristais no sedimento e pouco mais. Aciclovir em bolus, metotrexato em dose alta, sulfadiazina e indinavir são os clássicos — e hidratação com correção do pH previne o que o tratamento depois não desfaz.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.