Hipoclorito de sódio

Que lesão de órgão hipoclorito de sódio pode causar? doença ocular, perturbação sensorial, coagulopatia, equimose, estenose do esófago, parestesia, lesões orais, traumatismo craniano, transtorno respiratório, insuficiência respiratória, trauma facial, doença periodontal, doença da córnea, doença dos brônquios, obstrução das vias aéreas, carcinoma, carcinoma espinocelular, doença do pé, doença óssea, esofagite, gastroenterite, hipoestesia, nefropatia, paralisia, paralisia facial, pneumonia, tumor de pele, úlcera, broncoespasmo, lesão renal aguda, ceratite, doença do mediastino, doença torácica, hiperemia, infeção ocular, insuficiência renal, peritonite, úlcera bucal, úlcera de córnea, síndrome do desconforto respiratório agudo, lesão hepática medicamentosa, anemia hemolítica, exantema medicamentoso, urticária e angioedema, pneumonite química, síndrome de disfunção reativa das vias aéreas, síndrome do óleo tóxico, lesão por inalação de gás irritante, alopécia, anemia, blefaroespasmo, broncopneumonia, cárie dentária, cegueira, citopenia, conjuntivite, diplopia, dissonia, doença cerebrovascular, doença congênita, doença da laringe, doença dos seios paranasais, dor de dente, eczema, edema da glote, eosinofilia, epistaxe, erosão dentária, esclerose sistêmica, fasciite, fibrossarcoma, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hiper-reatividade brônquica, hiperalgesia, hipersensibilidade respiratória, insônia, leucemia, leucopenia, mediastinite, necrose avascular, nevralgia do trigémeo, papiloma, periodontite, periodontite apical, pneumomediastino, prurido, pulpite, sarcoma, síndrome de Parry-Romberg, sinusite, sinusite maxilar, trombose, trombose venosa e tumor ósseo.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Literatura:
2 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
2 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
1 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
1 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Pneumonite química

CPossívelRespiratória

Lesão direta do epitélio por substância aspirada ou inalada, sem infecção no começo. Antibiótico de entrada não muda nada e atrapalha depois, quando a infecção secundária aparece de verdade.

Literatura:
1 artigos

Asma que começa numa única exposição alta a irritante — cloro, amônia, fumaça — em quem nunca teve asma. A hiper-reatividade dura anos; é o diagnóstico que transforma um acidente em doença ocupacional.

Literatura:
1 artigos

Síndrome do óleo tóxico

CPossívelRespiratória

Epidemia espanhola de 1981, óleo de colza desnaturado com anilina: pneumonite com eosinofilia que virou esclerodermia e neuropatia. É o lembrete de que adulterante de excipiente também é toxicidade.

Literatura:
1 artigos

A solubilidade decide onde queima: amônia e cloro pegam a via aérea alta e avisam; fosgênio e dióxido de nitrogênio pegam o alvéolo e dão edema pulmonar seis a vinte e quatro horas depois, com o doente já em casa.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.