Artropatia
CPossívelMusculoesquelética- Literatura:
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Que lesão de órgão colágeno pode causar? artropatia, artrite, doença autoimune, artrite reumatoide, granuloma, transtornos linfoproliferativos, embolia, trombose, embolia pulmonar, exantema medicamentoso, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, miopatia, miosite, trombocitopenia, cegueira, citopenia, doença da córnea, doença óssea, lesões orais, perturbação sensorial, urticária e angioedema, ceratite, dermatomiosite, doença cerebrovascular, eritema, polimiosite, lesão hepática medicamentosa, anafilaxia, artralgia, colite, doença periodontal, gastroenterite, infeção ocular, neoplasia, paniculite, reabsorção óssea, retinopatia, broncoespasmo, reação sarcoide por fármaco, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, convulsão, acidente vascular cerebral, alergia ao látex, aneurisma, aneurisma da aorta, aneurisma de aorta abdominal, angioedema, artrite reativa, artrite séptica, celulite, coagulação intravascular disseminada, coagulopatia, degenerescência macular, diabetes mellitus, diabetes mellitus tipo 1, diátese hemorrágica, distúrbio da Pigmentação, distúrbio da voz, doença da bexiga, doença da laringe, doença de Still do adulto, doença dos brônquios, doença inflamatória pélvica, encefalomielite disseminada aguda, epilepsia, eritema multiforme, espondiloartropatia, fibrose pulmonar idiopática, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, herpes, hiperplasia prostática benigna, hipertensão arterial, isquémia cerebral, obstrução intestinal, osteíte, osteoartrite, prurido, salpingite, sinovite, trauma facial, traumatismo craniano, trombofilia, úlcera de córnea e uveíte.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Granuloma não caseoso com adenomegalia hilar sob interferon, anti-TNF ou inibidor de checkpoint. Capta no PET e é lido como progressão do câncer — a biópsia é o que evita trocar um tratamento que está funcionando.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.