Cimento ósseo

Que lesão de órgão cimento ósseo pode causar? hipotensão arterial, lesão renal aguda, embolia, doença óssea, embolia pulmonar, nefropatia, reabsorção óssea, insuficiência renal, parada cardíaca, embolia gordurosa, exantema medicamentoso, doença dos brônquios, osteólise, arritmia cardíaca, artropatia, hipersensibilidade respiratória, asma, doença pulmonar obstrutiva, mielopatia, convulsão, doença da bexiga, hipertensão arterial, lesão da medula espinhal, osteoporose, broncoespasmo, hipertensão pulmonar, neuropatia periférica, dRESS, anafilaxia, artrite, dermatite atópica, doença cerebrovascular, doença genética, estado de mal epilético, granuloma, necrose avascular, osteíte, paralisia, parestesia, perturbação sensorial, proteinúria, tumor ósseo, cardiomiopatia, bradicardia, lesão hepática medicamentosa, nefrite intersticial aguda, urticária e angioedema, aeroembolismo, angioedema, artralgia, asma ocupacional, atelectasia, bloqueio de ramo, bronquite, carcinoma, carcinoma urotelial, ceratite, condropatia, confusão, contratura, derrame pericárdico, disfunção ventricular esquerda, distúrbio da Pigmentação, doença autoimune, doença da córnea, eczema, embolia cerebral, eosinofilia, fibroma, flebite, gonartrose, hipopigmentação, infeção ocular, infertilidade, infertilidade masculina, insuficiência renal crônica, lesão pulmonar, lesões orais, miocardiopatia de takotsubo, miopatia, miosite, nefrite, neoplasia da bexiga, osteoartrite, otite, otite média, penfigoide bolhoso, periostite, radiculopatia, retinopatia, rinite, sinovite, tamponamento cardíaco, taquicardia, taquicardia supraventricular, tosse, transtorno respiratório, transtornos linfoproliferativos, traumatismo dentário, tromboflebite, trombose, trombose venosa, úlcera, úlcera de córnea, vasculite e vitiligo.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
11 de 21 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
7 de 9 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
3 artigos

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Literatura:
2 artigos

Hipertensão pulmonar

CPossívelRespiratória

Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.

Literatura:
2 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
2 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Literatura:
2 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.