Lesão hepática medicamentosa
BProvávelHepáticaDiagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
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Que lesão de órgão cisteína pode causar? lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, nefropatia membranosa, pênfigo, necrose tubular aguda, nefropatia, doença autoimune, pneumonite intersticial, lesão renal aguda, glomerulonefrite, insuficiência renal, nefrite, proteinúria, erupção fixa por droga, tumor renal, síndrome nefrótica, doença pulmonar obstrutiva, fibrose pulmonar, distúrbio da Pigmentação, doença dos brônquios, glicosúria, pneumonia, bronquite, doença genética, perturbação sensorial, agranulocitose, convulsão, pneumonia em organização, alveolite linfocítica, bronquiolite, bronquiolite obliterante, catarata, citopenia, diabetes mellitus, eosinofilia, fibrose pulmonar idiopática, hiperalgesia, hipersensibilidade respiratória, leucopenia, miastenia grave, pneumonia intersticial idiopática, retinopatia, síndrome da unha amarela, síndrome paraneoplásica, transtornos linfoproliferativos, pneumonia eosinofílica, colestase, insuficiência hepática aguda, pneumonia intersticial aguda, infiltrado pulmonar com eosinofilia, adenocarcinoma, anemia, artrite, artrite reumatoide, artropatia, asma, carcinoma, carcinoma de células renais, cirrose biliar primária, cirrose hepática, colestase intra-hepática da gravidez, condição pré-maligna, cor pulmonale, dermatomiosite, doença da córnea, doença da mama, doença do baço, doença óssea, doença pulmonar obstrutiva crônica, estenose uretral, granuloma, hiperesplenismo, hipopigmentação, hipóxia cerebral, histiocitose, imunodeficiência, insuficiência hepática, linfo-histiocitose hemofagocítica, miopatia, miosite, nefropatia diabética, penfigoide bolhoso, pneumonite de hipersensibilidade, polimiosite, síndrome hipereosinofílica, surdez, tosse, transtorno auditivo, transtorno respiratório, trauma facial, traumatismo craniano e vitiligo.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Consolidação migratória que não responde a antibiótico e some com corticoide — o padrão mais comum de pneumonite por droga com biópsia. Amiodarona, bleomicina, nitrofurantoína e os imunoterápicos são os nomes de sempre.
Linfocitose no lavado broncoalveolar, que é o achado que mais sugere droga quando a tomografia é inespecífica. Relação CD4/CD8 baixa aponta para medicamento e para pneumonite de hipersensibilidade; alta aponta para sarcoidose.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Insuficiência respiratória em dias a semanas, com vidro fosco difuso e dano alveolar na histologia — a SDRA sem causa aparente. Antes de chamar de idiopática, a lista de fármacos do mês anterior é a primeira coisa a olhar.
Infiltrado que migra com eosinofilia no sangue — a apresentação clássica da reação a droga no pulmão. O hemograma é o exame que fecha o raciocínio, e sai barato antes de qualquer tomografia.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.