Que lesão de órgão levetiracetam pode causar? exantema medicamentoso, convulsão, neuropatia óptica tóxica, dRESS, insuficiência hepática aguda, parkinsonismo, colestase, nefrite intersticial aguda, bradicardia, lesão hepática medicamentosa, trombocitopenia, fotossensibilidade, lesão renal aguda, complicações na gravidez, perturbação do neurodesenvolvimento, arritmia cardíaca, perturbação sensorial, citopenia, epilepsia, miopatia, rabdomiólise, transtorno bipolar, transtornos do humor, exantema, nefropatia, perturbação cognitiva, aborto espontâneo, confusão, delirium, disfunção cognitiva, doença autoimune, doença da tireoide, estado de mal epilético, hipotensão arterial, insuficiência hepática, insuficiência renal, lúpus eritematoso sistêmico, pancitopenia, erupção fixa por droga, alopécia, anafilaxia, apneia, apneia de sono, apneia obstrutiva do sono, choreia, demência, dissonia, distúrbios do sistema vestibular, doença de Alzheimer, doença óssea, doença periodontal, epilepsia do lobo temporal, epilepsia focal, eritrodermia, imunodeficiência, lesões orais, leucopenia, linfocitopenia, mania, meningite, meningite asséptica, nefrite, neuropatia óptica, osteoporose, perturbação de ansiedade, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, psoríase, taquicardia, taquicardia ventricular, taupatia, transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno respiratório e vertigem.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Perda bilateral, indolor e progressiva da visão central, com discromatopsia vermelho-verde antes da acuidade cair. Etambutol e linezolida dependem de dose e tempo; suspender cedo é o que separa o reversível do definitivo.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.