Lesão hepática medicamentosa
BProvávelHepáticaDiagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
- Literatura:
- 17 artigos
Que lesão de órgão agomelatina pode causar? lesão hepática medicamentosa, convulsão, transtornos do humor, arritmia cardíaca, demência, diabetes mellitus, doença da tireoide, hipertiroidismo, nefropatia, transtorno bipolar, depressão nervosa, dissonia, doença de Alzheimer, epilepsia, epilepsia do lobo temporal, epilepsia focal, estado de mal epilético, insuficiência renal, perturbação cognitiva, síndrome do desejo sexual hipoativo, taquicardia, taupatia, prolongamento do intervalo QT, infarto do miocárdio, lesão renal aguda, trombocitopenia, síndrome neuroléptica maligna, neuropatia periférica, bexiga hiperativa, cardiopatia congênita, choreia, ciclotimia, cisto, cisto ovariano, citopenia, coagulopatia, colite, colite ulcerosa, confusão, delirium, diabetes mellitus tipo 1, disfunção cognitiva, doença autoimune, doença da bexiga, doença da mama, doença de Huntington, doença dos ovários, doença genética, doença inflamatória intestinal, espectro autista, gastroenterite, ginecomastia, hiperidrose, hiperplasia prostática benigna, insônia, insuficiência renal crônica, jogo de apostas, lesão pulmonar, mania, miopatia, pancreatite, parassonia, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbações do controlo dos impulsos, púrpura, rabdomiólise, síndrome das pernas inquietas, síndrome do ovário policístico, taquicardia ventricular, transtorno global do desenvolvimento, traumatismo craniano, úlcera gástrica e úlcera péptica.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.