Lesão hepática medicamentosa
BProvávelHepáticaDiagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
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Que lesão de órgão canabidiol pode causar? lesão hepática medicamentosa, convulsão, complicações na gravidez, epilepsia, neuropatia periférica, perturbação sensorial, lesão pulmonar por vaping, arritmia cardíaca, doença autoimune, infertilidade, nevralgia, perturbação de ansiedade, transtorno do espectro esquizofrênico, acidente vascular cerebral, alucinação, colite, dissonia, doença cerebrovascular, doença genética, esclerose múltipla, esquizofrenia, gastroenterite, hiperalgesia, hipotensão arterial, infertilidade masculina, insônia, paranoia, perturbação cognitiva, taquicardia, infarto do miocárdio, esteatose hepática, exantema medicamentoso, adenocarcinoma, artrite, artropatia, asma, carcinoma, catalepsia patológica, confusão, contração ventricular prematura, coronariopatias, crescimento intra uterino restrito, disfunção cognitiva, distonia, distúrbios do sistema vestibular, doença cromossómica, doença dos brônquios, doença hepática gordurosa não alcoólica, doença pulmonar obstrutiva, edema cerebral, encefalomielite autoimune experimental, enxaqueca, eritema, esclerose tuberosa, espasmo, exantema, facomatose, hamartoma, hemorragia intracraniana, hepatocarcinoma, hipersensibilidade respiratória, isquémia cerebral, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, mania, osteoartrite, pancreatite, perturbação de ansiedade generalizada, pneumonia, psoríase, retardo mental, síndrome de Down, transtorno bipolar, transtorno de pânico, transtorno dissociativo, transtornos do humor e vertigem.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Infiltrado bilateral com hipoxemia e, em boa parte dos casos, náusea e diarreia antes da falta de ar — o que faz procurar infecção e gastroenterite primeiro. O acetato de vitamina E dos líquidos com THC é o suspeito do surto de 2019. Não há teste que confirme: o diagnóstico aparece quando alguém pergunta sobre o cigarro eletrônico.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.