Zafirlucaste

Que lesão de órgão zafirlucaste pode causar? doença autoimune, vasculite, granuloma, síndrome de Churg-Strauss, transtornos linfoproliferativos, lesão hepática medicamentosa, asma por aspirina, eosinofilia, hipersensibilidade respiratória, transtorno respiratório, pneumonite intersticial, asma, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, colite, faringite, gastroenterite, insuficiência hepática, insuficiência respiratória, lúpus eritematoso sistêmico, tosse, úlcera gástrica, úlcera péptica, cardiomiopatia, insuficiência hepática aguda, lesão renal aguda, convulsão, exantema medicamentoso, urticária e angioedema, adenocarcinoma, anafilaxia, arritmia cardíaca, artralgia, artropatia, carcinoma, colite ulcerosa, demência, dermatite atópica, doença de Alzheimer, doença genética, doença inflamatória intestinal, epilepsia, exantema, granulomatose de Wegener, hepatocarcinoma, hiperalgesia, hipersensibilidade de tipo III, insuficiência renal, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, nefropatia, neoplasia das vias respiratórias, obstrução das vias aéreas, perturbação sensorial, pneumonia, taquicardia, taupatia, tumor pulmonar e úlcera.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
13 artigos

Asma por aspirina

CPossívelRespiratória

Asma com pólipo nasal que piora depois de AAS ou de qualquer anti-inflamatório não seletivo — a tríade de Samter. Não é alergia, é a via da cicloxigenase, e por isso o coxibe e o paracetamol em dose baixa costumam passar. Escrever "alérgico a AAS" no prontuário é o que faz o paciente perder o antiagregante depois do infarto.

Literatura:
8 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
3 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
1 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
1 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.