Lesão hepática medicamentosa
CPossívelHepáticaDiagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
- Literatura:
- 7 artigos
Que lesão de órgão vimpocetina pode causar? lesão hepática medicamentosa, perturbação sensorial, surdez, transtorno auditivo, convulsão, demência, doença cerebrovascular, insuficiência renal, nefropatia, perturbação cognitiva, lesão renal aguda, arritmia cardíaca, complicações na gravidez, doença genética, epilepsia, esquizofrenia, hipertensão arterial, transtorno do espectro esquizofrênico, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, cardiomiopatia, infarto do miocárdio, parkinsonismo, neuropatia periférica, acidente isquémico transitório, acidente vascular cerebral, anafilaxia, asma, cardiomegalia, choreia, cirrose hepática, colite, dermatite atópica, disfunção cognitiva, doença de Alzheimer, doença de Huntington, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, gastroenterite, hipersensibilidade respiratória, insuficiência renal crônica, isquémia cerebral, lesão pulmonar, pancreatite, perda auditiva sensorioneural, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, perturbação do neurodesenvolvimento, taupatia, úlcera gástrica e úlcera péptica.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.