Convulsão
BProvávelNeurológicaPor rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
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Que lesão de órgão ácido tranexâmico pode causar? convulsão, lesão renal aguda, retinopatia, trombose, trombose venosa, embolia, embolia pulmonar, doença cerebrovascular, nefropatia, infarto do miocárdio, insuficiência renal, perturbação sensorial, vasculite, exantema medicamentoso, acidente vascular cerebral, anafilaxia, isquémia cerebral, sangramento gastrointestinal, arritmia cardíaca, complicações na gravidez, disfunção ventricular esquerda, epilepsia, fibrilhação ventricular, flebite, mioclonia, sangramento uterino anormal, transtorno puerperal, trombofilia, tromboflebite, erupção fixa por droga, coagulopatia, conjuntivite, epistaxe, estado de mal epilético, hemorragia intracraniana, hemorragia pós-parto, hidrocefalia, hiperalgesia, hipotensão arterial, vasoespasmo cerebral, cardiomiopatia, trombocitopenia, urticária e angioedema, cistite hemorrágica, acidente isquémico transitório, angioedema, arterite, choque cardiogênico, cistite, citopenia, coagulação intravascular disseminada, daltonismo, diátese hemorrágica, disfagia, distúrbio da Pigmentação, distúrbios do sistema vestibular, doença da bexiga, doença de refluxo gastroesofágico, doença genética, equimose, exantema, glomerulonefrite, hematúria, hemorragia intracerebral, hemorragia subaracnóide, hiperpigmentação, hipopigmentação, infarto cerebral, melanose, meningioma, menorragia, miocardiopatia de takotsubo, miopatia, nefrite, patologia uterina, rosácea, traumatismo craniano, trombose venosa cerebral e vertigem.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Hematúria com disúria e coágulos depois de ciclofosfamida ou ifosfamida: a acroleína agride o urotélio. Hidratação e mesna previnem, e no transplantado a mesma apresentação pode ser vírus BK.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.