Acetilcisteína

Que lesão de órgão acetilcisteína pode causar? lesão hepática medicamentosa, anafilaxia, urticária e angioedema, broncorreia, insuficiência hepática aguda, broncoespasmo, convulsão, nefropatia, insuficiência renal, lesão renal aguda, insuficiência hepática, exantema medicamentoso, parkinsonismo, doença dos brônquios, perturbação sensorial, surdez, transtorno auditivo, doença pulmonar obstrutiva, infertilidade, angioedema, asma, doença da bexiga, edema cerebral, hipersensibilidade respiratória, hipotensão arterial, neoplasia das vias respiratórias, parada cardíaca, prurido, transtorno respiratório, tumor pulmonar, carcinogênese, coagulopatia, complicações na gravidez, displasia, epilepsia, estado de mal epilético, exantema, hiperemia, infertilidade feminina, melanoma, neurodegeneração, traumatismo craniano, tumor neuroendócrino, síndrome do desconforto respiratório agudo, síndrome nefrótica, trombocitopenia, anemia hemolítica, meta-hemoglobinemia, neuropatia periférica, erupção fixa por droga, adenocarcinoma, anemia, bronquite, bronquite crônica, carcinoma, catalepsia patológica, catarata, cegueira, cistite, citopenia, condição pré-maligna, confusão, delirium, demência, diátese hemorrágica, disfunção cognitiva, dispneia, doença da córnea, doença do enxerto contra hospedeiro, doença do soro, doença genética, doença pulmonar obstrutiva crônica, engasgo, fístula liquórica, hipertensão arterial, hipocinesia, hipóxia cerebral, insuficiência renal crônica, insuficiência respiratória, necrose tubular aguda, obstrução das vias aéreas, otite, otite média, perda auditiva sensorioneural, perda de consciência, perturbação cognitiva, psoríase, sangramento gastrointestinal, síndrome hemolítica-urémica, tumor de pele, uremia e vegetativo.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
13
ROR:
0,3 (IC 95% 0,20,6)
Literatura:
39 de 587 artigos

Urticária e angioedema

BProvávelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
5 de 5 artigos

Broncorreia

BProvávelRespiratória

Secreção clara em grande volume, acima de cem mililitros por dia, que afoga a via aérea. No envenenamento por organofosforado é a causa da morte, e a atropina se titula por ela e não pela pupila.

Literatura:
4 de 5 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Relatos no FAERS:
19
ROR:
0,7 (IC 95% 0,51,1)
Literatura:
5 de 123 artigos

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Relatos no FAERS:
19
ROR:
0,3 (IC 95% 0,20,5)
Literatura:
2 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Relatos no FAERS:
12
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,2)
Literatura:
4 de 19 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
12 de 330 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
10
ROR:
0 (IC 95% 00,1)
Literatura:
8 de 24 artigos

Parkinsonismo

CPossívelNeurológica

Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.

Literatura:
6 de 22 artigos

Síndrome nefrótica

CPossívelRenal

Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.

Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Relatos no FAERS:
6
Literatura:
1 artigos

Meta-hemoglobinemia

CPossívelHematológica

Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.

Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

Erupção fixa por droga

CPossívelCutânea

Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.