Colistina

Que lesão de órgão colistina pode causar? nefropatia, insuficiência renal, lesão renal aguda, transtorno respiratório, perturbação sensorial, insuficiência respiratória, paralisia, transtorno auditivo, apneia, neuropatia periférica, parestesia, surdez, citopenia, leucopenia, agranulocitose, exantema medicamentoso, neutropenia, miopatia, insuficiência renal crônica, convulsão, ataxia, doença dos brônquios, hiperaldosteronismo, infertilidade, síndrome de Bartter, broncoespasmo, lesão hepática medicamentosa, nefrite intersticial aguda, coagulopatia, doença autoimune, doença da córnea, fraqueza muscular, hipersensibilidade respiratória, infertilidade masculina, miastenia grave, nefrite, neurite, paralisia respiratória, poliúria, proteinúria, rabdomiólise, síndrome paraneoplásica, pneumonite intersticial, pneumonia eosinofílica, síndrome do desconforto respiratório agudo, pericardite, anemia aplástica, trombocitopenia, dRESS, urticária e angioedema, ametropia, anemia, angioedema, aplasia de medula óssea, asma, catarata, ceratite, cistite, coagulação intravascular disseminada, colite, coma, diátese hemorrágica, disfunção cognitiva, dispneia, doença da bexiga, doença desmielinizante, doença pleural, doença pulmonar obstrutiva, eosinofilia, epilepsia, eritroblastose fetal, estomatite, exantema, gastroenterite, hematúria, hipotensão arterial, hipotonia, lesão pulmonar, lesões orais, mielopatia, miopia, mononeuropatia, necrose tubular aguda, pancreatite, paraplegia, paresia, perda auditiva sensorioneural, perda de consciência, perturbação cognitiva, perturbação visual, pneumonite de hipersensibilidade, polineuropatia, querníctero, síndrome hipereosinofílica, trombofilia e uremia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
122 de 167 artigos

Neuropatia periférica

BProvávelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
5 de 7 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
12 de 47 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
9 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
3 artigos

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Literatura:
2 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
2 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Pneumonia eosinofílica

CPossívelRespiratória

Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.

Literatura:
1 artigos

Pericardite

CPossívelCardíaca

Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.

Literatura:
1 artigos

Anemia aplástica

CPossívelHematológica

Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.

Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.