Hipotensão arterial
BProvávelCardíaca- Literatura:
- 22 de 40 artigos
Que lesão de órgão labetalol pode causar? hipotensão arterial, lesão hepática medicamentosa, bradicardia, hipotensão postural, parada cardíaca, complicações na gravidez, arritmia cardíaca, hipertensão arterial, exantema medicamentoso, perturbação sensorial, crescimento intra uterino restrito, doença autoimune, doença de Raynaud, doenças hipertensivas da gravidez, trombose, doença dos brônquios, doença ocular, doença pulmonar obstrutiva, parestesia, taquicardia, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, insuficiência cardíaca, lesão renal aguda, acidente vascular cerebral, anafilaxia, asma, bloqueio de ramo, coronariopatias, doença cerebrovascular, hipersensibilidade respiratória, insuficiência renal, líquen plano, lúpus eritematoso sistêmico, nefropatia, vasoespasmo coronariano, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico, colestase, insuficiência hepática aguda, trombocitopenia, síndrome da íris flácida intraoperatória, afta, angina, angina de Prinzmetal, anoxia perinatal, atonia uterina, cardiomegalia, citopenia, claudicação intermitente, coagulopatia, colite, derrame pericárdico, dispneia, distócia, distúrbios do sistema vestibular, doença arterial periférica, doença de Peyronie, estomatite, fibrilhação ventricular, gastroenterite, hemiplegia, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hemorragia pós-parto, hiperestesia, insuficiência hepática, lesões orais, leucemia, leucemia mieloide, leucemia mieloide aguda, miastenia grave, miopatia, paralisia, penfigoide bolhoso, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, perturbação do neurodesenvolvimento, poliúria, pré-eclampsia, priapismo, proteinúria, sangramento uterino anormal, síndrome paraneoplásica, sofrimento fetal, transtorno puerperal, transtorno respiratório, tremor e vertigem.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Íris que ondula e prolapsa durante a facectomia, com a pupila fechando no meio da cirurgia. Basta ter usado bloqueador alfa-1 alguma vez, mesmo anos antes — por isso a pergunta entra na consulta pré-operatória, e suspender na véspera não resolve.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.