Hidromorfona

Que lesão de órgão hidromorfona pode causar? insuficiência respiratória, prurido, mioclonia, depressão respiratória por opioide, transtorno respiratório, perturbação sensorial, hiperalgesia, apneia, convulsão, apneia de sono, arritmia cardíaca, coma, confusão, delirium, dissonia, epilepsia, hiperidrose, íleo paralítico, nefropatia, obstrução intestinal, parada cardíaca, perda de consciência, retenção urinária, transtorno auditivo, prolongamento do intervalo QT, bradicardia, síndrome serotoninérgica, urticária e angioedema, alucinação, anafilaxia, angioedema, arteriosclerose, aterosclerose, cardiopatia congênita, catatonia, choreia, diplopia, disfagia, dispneia, distúrbios do sistema vestibular, doença arterial periférica, doença cerebrovascular, doença de refluxo gastroesofágico, edema cerebral, embolia, embolia pulmonar, engasgo, eritema, estado de mal epilético, granuloma, insuficiência adrenal, insuficiência renal, insuficiência renal crônica, isquémia cerebral, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, lesões orais, lipoma, mielopatia, miopatia, miose, perda auditiva sensorioneural, perdigoto, perturbação cognitiva, pseudo-obstrução intestinal, síndrome compartimental, surdez, transtornos linfoproliferativos, tremor e vertigem.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

A frequência respiratória cai antes da saturação, e sob oxigênio suplementar a saturação cai por último — quem vigia só o oxímetro chega tarde. Naloxona titulada, e a meia-vida dela é menor que a do opioide: o paciente que acordou pode voltar a parar, e por isso a observação continua depois da resposta.

Literatura:
6 de 7 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
2 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Síndrome serotoninérgica

CPossívelNeurológica

Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.