Doença dos brônquios
BProvávelRespiratória- Literatura:
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Que lesão de órgão resinas epóxi pode causar? doença dos brônquios, hipersensibilidade respiratória, doença pulmonar obstrutiva, asma, eczema, rinite, urticária e angioedema, fotossensibilidade, complicações na gravidez, lesões orais, dermatite atópica, doença genética, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, esclerose sistêmica, estomatite, anafilaxia, bronquite, conjuntivite, distúrbio da Pigmentação, doença periodontal, nefropatia, pneumonite intersticial, nefrite intersticial aguda, aborto espontâneo, asma ocupacional, blefarite, dermatite perioral, eosinofilia, eritema, hipopigmentação, líquen plano, nefrite, neoplasia das vias respiratórias, periodontite, periodontite apical, tumor de pele, pneumonia eosinofílica, esteatose hepática, anemia hemolítica, neuropatia periférica, alergia ao látex, anemia, artralgia, artropatia, bronquiolite, bronquiolite obliterante, coagulopatia, disfunção testicular, distúrbios do sistema vestibular, doença de Raynaud, doença óssea, epistaxe, eritema multiforme, eritrodermia, febre dos fenos, fibrossarcoma, gengivite, hemoptise, hiper-reatividade brônquica, hiperemia, imunodeficiência, leucocitose, melanoma, obstrução intestinal, parto pré-termo, perda do embrião, perturbação do neurodesenvolvimento, pneumonia, pneumonite de hipersensibilidade, púrpura, reabsorção óssea, rinite alérgica perene, sarcoma, síndrome hipereosinofílica, transtorno respiratório, trombose, tumor neuroendócrino, tumor pulmonar, vertigem e vitiligo.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.