Pneumonia
BProvávelRespiratória- Literatura:
- 33 de 77 artigos
Que lesão de órgão parafina pode causar? pneumonia, pneumonia por aspiração, pneumonia lipoide exógena, fibrose pulmonar, granuloma, transtornos linfoproliferativos, doença da mama, pneumonia lipoídica, pneumonite intersticial, lesão hepática medicamentosa, carcinoma, úlcera, complicações na gravidez, nefropatia, exantema medicamentoso, pneumonite química, adenocarcinoma, doença ocular, doença torácica, esclerose sistêmica, neoplasia da mama, neoplasia das vias respiratórias, tumor de pele, abcesso pulmonar, adenoma, carcinoma ductal in situ, carcinoma espinocelular, carcinoma in situ, cisto, doença da bexiga, doença da laringe, doença do mediastino, doença óssea, hipersensibilidade respiratória, insuficiência renal, mastite, neoplasia da bexiga, neoplasia da laringe, peritonite, transtorno puerperal, transtorno respiratório, tumor do pâncreas, tumor pulmonar, edema pulmonar não cardiogênico, síndrome do desconforto respiratório agudo, esteatose hepática, lesão renal aguda, neuropatia periférica, síndrome do óleo tóxico, alveolite linfocítica, asma, carcinogênese, dermatite atópica, displasia, dispneia, doença autoimune, doença cerebrovascular, doença dos brônquios, doença genética, doença pulmonar obstrutiva, eritema, exantema, febre dos fenos, ginecomastia, hematoma subdural, hemorragia intracraniana, hepatocarcinoma, insuficiência renal crônica, lesão da medula espinhal, leucemia, leucemia mieloide, mesotelioma, mielopatia, neoplasia da próstata, obstrução intestinal, osteíte, papiloma, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, perturbação do neurodesenvolvimento, plasmocitoma, pólipo nasal, proteinúria, prurido, raquitismo, reumatismo, rinite, traumatismo craniano e trombose.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Consolidação com densidade de gordura na tomografia, em quem usa óleo mineral para constipação ou gotas oleosas no nariz. O achado é tão específico que o diagnóstico nasce da imagem — falta só perguntar pelo óleo.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Infiltrado de gordura no alvéolo, de óleo mineral aspirado por quem usa laxante oleoso ou gotas nasais oleosas à noite. A tomografia mostra densidade negativa, e ninguém pergunta pelo laxante.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Lesão direta do epitélio por substância aspirada ou inalada, sem infecção no começo. Antibiótico de entrada não muda nada e atrapalha depois, quando a infecção secundária aparece de verdade.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Epidemia espanhola de 1981, óleo de colza desnaturado com anilina: pneumonite com eosinofilia que virou esclerodermia e neuropatia. É o lembrete de que adulterante de excipiente também é toxicidade.
Linfocitose no lavado broncoalveolar, que é o achado que mais sugere droga quando a tomografia é inespecífica. Relação CD4/CD8 baixa aponta para medicamento e para pneumonite de hipersensibilidade; alta aponta para sarcoidose.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.