Lesão hepática medicamentosa
BProvávelHepáticaDiagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
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Que lesão de órgão femprocumona pode causar? lesão hepática medicamentosa, hemorragia intracraniana, sangramento gastrointestinal, hemorragia intracerebral, insuficiência hepática, hematúria, doença cerebrovascular, diátese hemorrágica, coagulopatia, traumatismo craniano, complicações na gravidez, trombocitopenia, citopenia, insuficiência hepática aguda, aborto espontâneo, deficiência de vitamina K, doença óssea, embolia, hematoma subdural, hemorragia subaracnóide, miopatia, sangramento uterino anormal, vasculite, hemorragia alveolar difusa, colestase, neuropatia periférica, exantema medicamentoso, acidente vascular cerebral, doença da mama, doença genética, epistaxe, flebite, insuficiência respiratória, lesões orais, mielopatia, obstrução das vias aéreas, patologia uterina, transtorno respiratório, tromboflebite, trombose, trombose venosa, trombocitopenia induzida por heparina, leucostase pulmonar, anomalias craniofaciais, cardiopatia congênita, cirrose hepática, colestase intra-hepática da gravidez, coma, disfagia, dispneia, doença da córnea, doença da laringe, doença endócrina, embolia cerebral, embolia pulmonar, gastrite, gastroenterite, hematoma epidural, hemorragia intraocular, hemorragia pós-parto, hemotórax, infarto cerebral, isquémia cerebral, lesão da medula espinhal, menorragia, mononeuropatia, paralisia, paraplegia, parto pré-termo, perda auditiva sensorioneural, perda de consciência, perturbação sensorial, síndrome compartimental, surdez, tetralogia de Fallot, transtorno auditivo e transtorno puerperal.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Queda de mais da metade das plaquetas entre o quinto e o décimo dia, e o risco é trombose, não sangramento. Transfundir plaqueta piora; o que salva é trocar por anticoagulante não heparínico antes do resultado do anticorpo.
Hipoxemia com leucometria muito alta, em que o próprio leucócito entope o capilar. O fator de crescimento e o ATRA sobem a contagem e podem precipitar — e transfundir hemácia antes de baixar a leucometria piora.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.