Clorfeniramina

Que lesão de órgão clorfeniramina pode causar? alucinação, taquicardia, taquicardia ventricular, síndrome serotoninérgica, arritmia cardíaca, exantema medicamentoso, anemia, edema pulmonar não cardiogênico, anemia aplástica, convulsão, urticária e angioedema, aplasia de medula óssea, hipertensão arterial, transtornos do humor, torsades de pointes, lesão hepática medicamentosa, anemia hemolítica, anafilaxia, bloqueio de ramo, citopenia, coagulopatia, dissonia, febre dos fenos, hipersensibilidade respiratória, hipersonia, lesões orais, perturbação sensorial, rinite, rinite alérgica perene, transtorno respiratório, síndrome do desconforto respiratório agudo, prolongamento do intervalo QT, colestase, agranulocitose, trombocitopenia, aborto espontâneo, anomalias craniofaciais, ataxia, cardiopatia congênita, coagulação intravascular disseminada, colestase intra-hepática da gravidez, complicações na gravidez, confusão, coronariopatias, craniossinostose, delirium, diátese hemorrágica, distonia, doença autoimune, doença óssea, epilepsia, eritema, eritema nodoso, fibrilhação ventricular, hipercinesia, hipotensão arterial, insuficiência respiratória, leucopenia, líquen plano, meningite, meningite asséptica, obstrução intestinal, parada cardíaca, paranoia, parassonia, pênfigo, perda de consciência, perdigoto, perturbação cognitiva, perturbação visual, prurido, púrpura, sonambulismo, transtorno bipolar, transtorno dissociativo, transtorno do espectro esquizofrênico, tremor, trombofilia e xerostomia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Síndrome serotoninérgica

BProvávelNeurológica

Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.

Literatura:
4 de 5 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
8 de 20 artigos

Anemia aplástica

CPossívelHematológica

Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.

Literatura:
3 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
3 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
3 artigos

Torsades de pointes

CPossívelCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Literatura:
2 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
2 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
2 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
1 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.