Apomorfina

Que lesão de órgão apomorfina pode causar? parkinsonismo, exantema medicamentoso, hipotensão arterial, catalepsia patológica, arritmia cardíaca, esquizofrenia, transtorno do espectro esquizofrênico, alucinação, hipotensão postural, eosinofilia, paniculite, perturbações da marcha, perturbações do controlo dos impulsos, transtorno respiratório, prolongamento do intervalo QT, cardiopatia congênita, choreia, dissonia, distonia, enxaqueca, insuficiência respiratória, perturbação cognitiva, síndrome do desejo sexual hipoativo, tremor, úlcera gástrica, úlcera péptica, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, cardiomiopatia, bloqueio atrioventricular, pericardite, valvopatia, bradicardia, agranulocitose, urticária e angioedema, angioedema, apraxia, ataxia, bloqueio de ramo, citopenia, demência, distúrbio da Pigmentação, doença de Huntington, doença genética, doença pleural, eczema, estereotipias motoras, fibrilação auricular, gastroparesia, hiperalgesia, hipercinesia, hiperpigmentação, hipersensibilidade de tipo III, hipersonia, hipertensão arterial, hipocinesia, insônia, letargia, leucopenia, narcolepsia, nefropatia, parada cardíaca, paralisia, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbação sensorial, pica, ptose, síndrome hipereosinofílica, transtorno alimentar, transtorno bipolar, transtorno motor, transtornos do humor, trombose, uremia e vasculite.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Parkinsonismo

CPossívelNeurológica

Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.

Literatura:
9 de 208 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
9 de 10 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
1 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
1 artigos

Bloqueio atrioventricular

CPossívelCardíaca

Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.

Literatura:
1 artigos

Pericardite

CPossívelCardíaca

Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.

Literatura:
1 artigos

Valvopatia

CPossívelCardíaca

Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.

Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.