Que lesão de órgão topiramato pode causar? encefalopatia hiperamonêmica, convulsão, síndrome serotoninérgica, pneumonia eosinofílica aguda, pneumonia eosinofílica, dRESS, exantema medicamentoso, colestase, glaucoma, hipertensão ocular, nefropatia, ametropia, complicações na gravidez, miopia, perturbação do neurodesenvolvimento, retinopatia, acidose tubular renal, cálculo renal, doença genética, disfunção cognitiva, espectro autista, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, transtorno global do desenvolvimento, autismo, coriorretinopatia serosa central, descolamento de retina, enterite necrotizante, enterocolite, enxaqueca, epilepsia, gastroenterite, infarto do miocárdio, esteatose hepática, acidente vascular cerebral, acne, anomalias craniofaciais, disgeusia, dissonia, doença autoimune, doença cerebrovascular, doença das glândulas sebáceas, doença hepática gordurosa não alcoólica, eosinofilia, fenda palatina, fraqueza muscular, granuloma, hipertensão intracraniana idiopática, lesões orais, lúpus eritematoso sistêmico, mielinólise pontina central, mioclonia, miopatia, neuropatia óptica, pancreatite, papiledema, parassonia, retenção urinária, síndrome das pernas inquietas, síndrome hipereosinofílica e uveíte.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sonolência e confusão com amônia alta e função hepática normal — por isso a amônia não é pedida e o quadro passa por piora da epilepsia. Valproato é a causa clássica; também ocorre com quimioterapia e com o circuito da urease na infecção urinária.
Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.
Febre e hipoxemia que abrem em dias, com eosinófilo no lavado e sangue normal — o hemograma limpo é o que faz descartar a hipótese cedo demais. Daptomicina e o início recente do tabagismo são as duas histórias clássicas. Responde ao corticoide em horas e recidiva se a droga voltar, o que serve de prova retrospectiva.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.