Topiramato

Que lesão de órgão topiramato pode causar? encefalopatia hiperamonêmica, convulsão, síndrome serotoninérgica, pneumonia eosinofílica aguda, pneumonia eosinofílica, dRESS, exantema medicamentoso, colestase, glaucoma, hipertensão ocular, nefropatia, ametropia, complicações na gravidez, miopia, perturbação do neurodesenvolvimento, retinopatia, acidose tubular renal, cálculo renal, doença genética, disfunção cognitiva, espectro autista, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, transtorno global do desenvolvimento, autismo, coriorretinopatia serosa central, descolamento de retina, enterite necrotizante, enterocolite, enxaqueca, epilepsia, gastroenterite, infarto do miocárdio, esteatose hepática, acidente vascular cerebral, acne, anomalias craniofaciais, disgeusia, dissonia, doença autoimune, doença cerebrovascular, doença das glândulas sebáceas, doença hepática gordurosa não alcoólica, eosinofilia, fenda palatina, fraqueza muscular, granuloma, hipertensão intracraniana idiopática, lesões orais, lúpus eritematoso sistêmico, mielinólise pontina central, mioclonia, miopatia, neuropatia óptica, pancreatite, papiledema, parassonia, retenção urinária, síndrome das pernas inquietas, síndrome hipereosinofílica e uveíte.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Encefalopatia hiperamonêmica

CPossívelNeurológica

Sonolência e confusão com amônia alta e função hepática normal — por isso a amônia não é pedida e o quadro passa por piora da epilepsia. Valproato é a causa clássica; também ocorre com quimioterapia e com o circuito da urease na infecção urinária.

Relatos no FAERS:
158
ROR:
21,6 (IC 95% 18,325,4)
Literatura:
2 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Relatos no FAERS:
7.578
ROR:
8,3 (IC 95% 8,18,5)
Literatura:
3 artigos

Síndrome serotoninérgica

CPossívelNeurológica

Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.

Relatos no FAERS:
392
ROR:
4,5 (IC 95% 44,9)
Literatura:
1 artigos

Pneumonia eosinofílica aguda

CPossívelRespiratória

Febre e hipoxemia que abrem em dias, com eosinófilo no lavado e sangue normal — o hemograma limpo é o que faz descartar a hipótese cedo demais. Daptomicina e o início recente do tabagismo são as duas histórias clássicas. Responde ao corticoide em horas e recidiva se a droga voltar, o que serve de prova retrospectiva.

Relatos no FAERS:
17
ROR:
4,3 (IC 95% 2,66,9)
Literatura:
1 artigos

Pneumonia eosinofílica

CPossívelRespiratória

Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.

Relatos no FAERS:
31
ROR:
1,4 (IC 95% 12)
Literatura:
1 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Relatos no FAERS:
30
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,4)
Literatura:
1 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
465
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,2)
Literatura:
2 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Relatos no FAERS:
16
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,2)
Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.