Urticária e angioedema
BProvávelCutâneaImediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
- Literatura:
- 82 de 106 artigos
Que lesão de órgão lisinopril pode causar? urticária e angioedema, angioedema, transtorno respiratório, tosse, hipotensão arterial, pancreatite, lesões orais, tosse por IECA, nefropatia, insuficiência renal, lesão renal aguda, exantema medicamentoso, arritmia cardíaca, anemia, doença autoimune, hipertensão arterial, insuficiência respiratória, obstrução das vias aéreas, lesão hepática medicamentosa, doença genética, perturbação sensorial, sangramento gastrointestinal, broncoespasmo, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, bradicardia, anemia aplástica, aplasia de medula óssea, artrite, artropatia, artropatia por deposição de cristais, diabetes mellitus, dispneia, doença da laringe, doença dos brônquios, eritrodermia, gota, insuficiência renal crônica, obstrução intestinal, penfigoide bolhoso, sarcoma, sarcoma de Kaposi, tumor de pele, uremia, xerostomia, derrame pleural, derrame pleural eosinofílico, trombocitopenia, anemia hemolítica, afta, alopécia, alucinação, anafilaxia, asma, balanopostite, bolha, cardiomegalia, citopenia, claudicação intermitente, complicações na gravidez, coronariopatias, disfagia, disfunção ventricular esquerda, disgeusia, distúrbio da Pigmentação, distúrbios do sistema vestibular, doença arterial periférica, doença periodontal, doença pulmonar obstrutiva, edema da glote, eosinofilia, erro metabólico hereditário, estenose da artéria renal, estomatite, exantema, hiperpigmentação, hipersensibilidade respiratória, hipertrofia ventricular esquerda, hipoaldosteronismo, hipotensão postural, insuficiência adrenal, lúpus eritematoso sistêmico, lupus vulgaris, macroglossia, oligo-hidrâmnio, oligúria, pancreatite crônica, parada cardíaca, pênfigo, pitiríase, pitiríase rósea, pleurisia, poliglobulia, proteinúria, prurido, síndrome de Brugada, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, síndrome hemolítica-urémica, transtorno bipolar, transtornos do humor e vertigem.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Tosse seca que começa de uma semana a meses depois do IECA e não cede a xarope nenhum. Some em até quatro semanas depois de suspender, e a troca por um bloqueador do receptor mantém o benefício sem trazer a tosse de volta. É a causa mais comum de o paciente abandonar o anti-hipertensivo por conta própria.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
Mais de 10% de eosinófilo no líquido. Depois de afastar ar e sangue no espaço pleural — que são as causas banais —, fármaco sobe na lista: nitrofurantoína, dantroleno, valproato. Suspender costuma resolver sem drenagem e sem biópsia.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.