Hipertricose
BProvávelCutânea- Literatura:
- 18 de 24 artigos
Que lesão de órgão diazóxido pode causar? hipertricose, hirsutismo, citopenia, coma diabético, leucopenia, agranulocitose, cetoacidose diabética, coma hiperosmolar hiperglicémico, enterite necrotizante, enterocolite, gastroenterite, neutropenia, hipertensão pulmonar, diabetes mellitus, hipotensão arterial, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, trombocitopenia, infarto do miocárdio, nefropatia, exantema medicamentoso, angina, arritmia cardíaca, coma, derrame pericárdico, pancreatite, perda de consciência, transtorno respiratório, cardiomiopatia, valvopatia, lesão hepática medicamentosa, parkinsonismo, fotossensibilidade, cardiomiopatia hipertrófica, catarata, coronariopatias, doença cerebrovascular, estenose aórtica, insuficiência respiratória, síndrome do desconforto respiratório agudo, bradicardia, nefrite intersticial aguda, lesão renal aguda, síndrome nefrótica, acidente isquémico transitório, alopécia, anemia, artrite, artropatia, artropatia por deposição de cristais, ataxia, bloqueio de ramo, cardiomegalia, cardiopatia congênita, cegueira, doença genética, epilepsia, epistaxe, erro metabólico hereditário, gota, hematemese, hemiplegia, hipotensão postural, imunodeficiência, insuficiência renal, isquémia cerebral, leucomalácia periventricular, líquen plano, nefrite, neoplasia, oligúria, parada cardíaca, paralisia, persistência do canal arterial, perturbação sensorial, pielonefrite, sangramento gastrointestinal e transtornos linfoproliferativos.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.