Dextrometorfano

Que lesão de órgão dextrometorfano pode causar? síndrome serotoninérgica, transtornos do humor, exantema medicamentoso, transtorno respiratório, convulsão, transtorno bipolar, lesão hepática medicamentosa, arritmia cardíaca, ataxia, perturbação sensorial, erupção fixa por droga, alucinação, distonia, doença autoimune, tosse, catalepsia patológica, complicações na gravidez, confusão, delirium, diabetes mellitus, hipertensão arterial, mioclonia, taquicardia, taquicardia ventricular, insuficiência cardíaca, prolongamento do intervalo QT, torsades de pointes, bradicardia, lesão renal aguda, acidente vascular cerebral, anafilaxia, anemia, anomalias craniofaciais, apneia, bloqueio de ramo, cardiopatia congênita, cárie dentária, coma, diabetes mellitus tipo 1, dissonia, doença cerebrovascular, doença genética, edema cerebral, erosão dentária, erro metabólico hereditário, estado de mal epilético, glaucoma, hiperalgesia, hiperhomocisteinemia, hipertensão ocular, insônia, insuficiência renal, insuficiência respiratória, lúpus eritematoso sistêmico, má-absorção intestinal, midríase, mielite transversa, mielopatia, miopatia, miose, nefropatia, parada cardíaca, paranoia, parassonia, perda de consciência, perturbação cognitiva, perturbação de ansiedade, perturbação visual, rabdomiólise, síndrome paraneoplásica, terror noturno, transtorno do espectro esquizofrênico e tremor.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Síndrome serotoninérgica

BProvávelNeurológica

Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.

Relatos no FAERS:
19
ROR:
0,4 (IC 95% 0,20,6)
Literatura:
11 de 15 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
6 de 6 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
5 de 46 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
4 de 7 artigos

Erupção fixa por droga

CPossívelCutânea

Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.

Literatura:
3 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Torsades de pointes

CPossívelCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.