Que lesão de órgão raltegravir pode causar? lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, miopatia, eosinofilia, rabdomiólise, dRESS, colestase, esteatose hepática, infarto do miocárdio, complicações na gravidez, lipodistrofia, nefropatia, dissonia, exantema, fraqueza muscular, imunodeficiência, insônia, mialgia, citopenia, diabetes mellitus, doença autoimune, doença óssea, infeção sexualmente transmissível, infecção pelo HIV, insuficiência renal, malformações cefálicas congênitas, neoplasia, pneumonite intersticial, sarcoidose pulmonar induzida, insuficiência hepática aguda, agranulocitose, trombocitopenia, encefalopatia, acidente vascular cerebral, ataxia, cetoacidose diabética, cirrose hepática, coagulopatia, colestase intra-hepática da gravidez, demência, demência na doença pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), diátese hemorrágica, doença cerebrovascular, doença hepática gordurosa não alcoólica, edema cerebral, encefalopatia hipertensiva, hidradenitis, insuficiência hepática, insuficiência renal crônica, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, leucopenia, neutropenia, osteomalacia, osteopetrose, osteosclerose, parto pré-termo, perturbação de ansiedade, proteinúria, púrpura, púrpura trombocitopênica idiopática, raquitismo, reabsorção fetal, sarcoidose, síndrome inflamatória de reconstituição imune e transtornos linfoproliferativos.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Granuloma não caseoso com adenopatia hilar que abre depois de interferon, anti-TNF ou inibidor de checkpoint. Regride com a retirada, o que a sarcoidose de verdade não faz.
A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.