Mifepristona

Que lesão de órgão mifepristona pode causar? patologia uterina, sangramento uterino anormal, complicações na gravidez, aborto espontâneo, arritmia cardíaca, hiperplasia do endométrio, rotura do útero, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, insuficiência adrenal, cardiopatia congênita, coronariopatias, endometriose, gravidez ectópica, lesões orais, parada cardíaca, perturbação sensorial, síndrome de Moebius, vasoespasmo coronariano, prolongamento do intervalo QT, infarto do miocárdio, bradicardia, colestase, esteatose hepática, trombocitopenia, adenocarcinoma, adenoma, adenoma hepático, angina, angina de Prinzmetal, cãibra, carcinoma, cisto, cisto ovariano, citopenia, coagulopatia, colestase intra-hepática da gravidez, cólica, demência, doença da tireoide, doença de Alzheimer, doença dos ovários, exantema, fibrilhação ventricular, hematometra, hepatocarcinoma, hipertensão arterial, hipotensão arterial, hipotiroidismo, infertilidade, infertilidade feminina, menorragia, miopatia, neoplasia trofoblástica, púrpura, púrpura trombocitopênica trombótica, reabsorção fetal, sarcopenia, síndrome de Cushing, taupatia e trombofilia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
3 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
3 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
1 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.