Raloxifeno

Que lesão de órgão raloxifeno pode causar? trombose, trombose venosa, acidente vascular cerebral, embolia, embolia pulmonar, trombofilia, osteonecrose dos maxilares por medicamento, patologia uterina, doença cerebrovascular, doença da mama, neoplasia da mama, doença dos ovários, sangramento uterino anormal, tumor do ovário, catarata, coagulopatia, doença óssea, lesão hepática medicamentosa, esteatose hepática, osteoporose, carcinoma, coronariopatias, diabetes mellitus, doença genética, hiperplasia do endométrio, tumos cordao sexual, insuficiência cardíaca, prolongamento do intervalo QT, infarto do miocárdio, adenoma, adenoma hepático, alopécia, arritmia cardíaca, cãibra, cardiopatia congênita, corrimento vaginal, deficiência de vitamina K, degenerescência macular, demência, diabetes mellitus tipo 2, diátese hemorrágica, doença de Alzheimer, doença hepática gordurosa não alcoólica, edema macular, endometriose, hiperalgesia, hiperpituitarismo, hiperprolactinémia, hipertensão arterial, íleo paralítico, metrorragia, miopatia, necrose avascular, obstrução intestinal, pancreatite, perturbação sensorial, prolapso uterino, pseudo-obstrução intestinal, púrpura, retinopatia, taupatia, trombose venosa cerebral, tumor mulleriano e úlcera péptica.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Osso exposto que não cicatriza em oito semanas, quase sempre depois de extração. Antirreabsortivo em dose oncológica é o maior risco, e o antiangiogênico soma — avaliação odontológica antes de começar vale mais do que qualquer conduta depois.

Relatos no FAERS:
39
ROR:
2 (IC 95% 1,52,8)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
3 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
3 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.