Manitol

Que lesão de órgão manitol pode causar? broncoespasmo, lesão renal aguda, nefropatia, insuficiência renal, anafilaxia, citopenia, doença dos brônquios, edema cerebral, granuloma, leucopenia, edema pulmonar não cardiogênico, trombocitopenia, arritmia cardíaca, hipotensão arterial, retinopatia, catarata, miopatia, transtorno respiratório, convulsão, hiper-reatividade brônquica, perturbação sensorial, lesão hepática medicamentosa, nefrite intersticial aguda, exantema medicamentoso, coronariopatias, doença cerebrovascular, espasmo, fibrilhação ventricular, insuficiência respiratória, necrose tubular aguda, nefrite, oligúria, rabdomiólise, síndrome compartimental, tosse, uremia, bradicardia, agranulocitose, anemia hemolítica, neuropatia periférica, urticária e angioedema, acidente vascular cerebral, anemia, angioedema, asma, bolha, cegueira, colite, coma, condição pré-maligna, confusão, degenerescência macular, diabetes insípida, doença autoimune, doença da córnea, doença infecciosa do sistema nervoso, doença periodontal, doença pulmonar obstrutiva, embolia, embolia pulmonar, encefalite, encefalomielite autoimune experimental, flebite, gastroenterite, hemoptise, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hipersensibilidade respiratória, hipertensão intracraniana idiopática, infarto cerebral, isquémia cerebral, lesões orais, má-absorção intestinal, mielopatia, nevralgia, oftalmoplegia, parada cardíaca, paralisia, parestesia, perda de consciência, poliúria, síndrome hemolítica-urémica, surdez, transtorno auditivo, transtorno bipolar, transtornos do humor, traumatismo craniano, trismo, trombose, trombose venosa, vasculite e vasoespasmo coronariano.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Broncoespasmo

BProvávelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Literatura:
4 de 5 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
145
ROR:
1,5 (IC 95% 1,31,8)
Literatura:
47 de 468 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
5 de 18 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
3 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
2 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
2 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
2 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
1 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.