Osteomalacia
BProvávelMusculoesquelética- Literatura:
- 24 de 39 artigos
Que lesão de órgão hidróxido de alumínio pode causar? osteomalacia, miopatia, granuloma, transtornos linfoproliferativos, fasciite, obstrução intestinal, doença óssea, raquitismo, miosite, nefropatia, hiperparatiroidismo, convulsão, demência, doença autoimune, exantema medicamentoso, doença congênita, epilepsia, hipersensibilidade respiratória, anemia, pneumonia, pneumonia por aspiração, meta-hemoglobinemia, pseudoporfiria, asma, cálculo renal, complicações na gravidez, conjuntivite, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, gastroenterite, insuficiência renal, lesões orais, perturbação cognitiva, lesão hepática medicamentosa, colestase, urticária e angioedema, aborto espontâneo, ageusia, alterações fibrocísticas da mama, alucinação, artropatia, blefarite, carcinoma, celulite, coagulação intravascular disseminada, coagulopatia, coma, condropatia, diátese hemorrágica, disfunção cognitiva, distúrbio da fala, doença da mama, doença de Alzheimer, doença do neurônio motor, encefalomielite, eosinofilia, eritema, febre dos fenos, fraqueza muscular, gastrite, insuficiência renal crônica, linfoma, linfoma de células B, linfoma não Hodgkin, má-absorção intestinal, mielopatia, miosite por corpúsculos de inclusão, neoplasia da mama, osteíte fibrosa cística, osteocondrite, perda de consciência, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbação sensorial, prostatite, pulpite, queloide, reabsorção óssea, rinite, síndrome da fadiga crônica, sindrome dolorosa miofascial, sinovite, taupatia, tosse, transtorno da comunicação, transtorno do espectro esquizofrênico, transtorno global do desenvolvimento, transtorno respiratório e trombofilia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
Bolhas e fragilidade no dorso das mãos iguais às da porfiria cutânea tardia, com porfirinas normais. Naproxeno em criança e furosemida em diálise são os cenários de sempre.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.