Catarata
BProvávelOcular- Literatura:
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Que lesão de órgão beclometasona pode causar? catarata, doença óssea, osteoporose, insuficiência adrenal, distúrbio da voz, síndrome de Cushing, hipertensão ocular, reabsorção óssea, miopatia, doença da laringe, lesões orais, transtorno respiratório, doença dos brônquios, candidíase oral, hipersensibilidade respiratória, asma, doença pulmonar obstrutiva, rouquidão, tosse, broncoespasmo, coagulopatia, glaucoma, púrpura, retinopatia, exantema medicamentoso, colite por inibidor de checkpoint, cistite hemorrágica, acne, doença das glândulas sebáceas, eosinofilia, gastroenterite, imunodeficiência, perturbação do neurodesenvolvimento, pólipo nasal, transtorno bipolar, transtornos do humor, pneumonia eosinofílica, broncoespasmo paradoxal, pneumonia eosinofílica crônica, afonia, anafilaxia, anomalias craniofaciais, bolha, cãibra, cardiopatia congênita, cistite, citopenia, colite, complicações na gravidez, congestão nasal, corioretinite, descolamento de retina, diabetes mellitus, dissonia, distúrbio da Pigmentação, doença da bexiga, doença do pé, doença do sistema nervoso central, doença periodontal, eczema, epistaxe, eritema, esofagite, estomatite, faringite, febre dos fenos, fístula liquórica, gengivite, glossodínia, hematúria, hipertricose, insônia, insuficiência respiratória, leucocitose, leucopenia, linfocitopenia, necrose avascular, neuropatia óptica, obstrução das vias aéreas, perturbação sensorial, perturbação visual, retinite, rinite, rinite alérgica sazonal, rosácea, sangramento gastrointestinal, síndrome hipereosinofílica, transtornos linfoproliferativos, traumatismo craniano, úlcera gástrica, úlcera péptica e uveíte.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diarreia que vira urgência e sangue em semanas, mais frequente e mais grave com anti-CTLA-4 do que com anti-PD-1. Antidiarreico atrasa o diagnóstico; corticoide precoce e infliximabe no refratário evitam a perfuração.
Hematúria com disúria e coágulos depois de ciclofosfamida ou ifosfamida: a acroleína agride o urotélio. Hidratação e mesna previnem, e no transplantado a mesma apresentação pode ser vírus BK.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Piora logo depois da inalação que deveria aliviar. O reflexo é repetir a dose, e a conduta é o contrário: parar o dispositivo. Conservante e propelente respondem por parte dos casos, então a mesma molécula em outra apresentação costuma ser tolerada — trocar o veículo antes de abandonar o broncodilatador.
Infiltrado periférico em "edema pulmonar invertido", com semanas de tosse, febre e perda de peso. Derrete com corticoide e recidiva ao desmamar — e recidiva de novo se o fármaco que a causou voltar sem que ninguém tenha ligado os dois.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.