Tricloroetano

Que lesão de órgão tricloroetano pode causar? neoplasia, arritmia cardíaca, lesão hepática medicamentosa, transtorno respiratório, doença do sistema imunológico, nefropatia, neuropatia periférica, complicações na gravidez, aborto espontâneo, apneia, cirrose hepática, glomerulonefrite, insuficiência respiratória, nefrite, perturbação sensorial, transtornos linfoproliferativos, pneumonite intersticial, esteatose hepática, apneia de sono, carcinoma, dissonia, doença autoimune, edema cerebral, esclerose sistêmica, leucemia, leucemia linfoide, linfoma, parestesia, síndrome de Goodpasture, pneumonia eosinofílica, edema pulmonar não cardiogênico, síndrome do desconforto respiratório agudo, pneumonia eosinofílica aguda, infarto do miocárdio, bradicardia, convulsão, urticária e angioedema, acidente vascular cerebral, acidose tubular renal, adenocarcinoma, adenoma, atelectasia, cardiopatia congênita, colangiocarcinoma, coma, diabetes insípida, diátese hemorrágica, dificuldade de aprendizagem, dispneia, doença cerebrovascular, doença do baço, doença genética, doença ocular, eosinofilia, fibrilhação ventricular, hipotensão arterial, hipóxia cerebral, infarto cerebral, isquémia cerebral, lesões orais, leucemia linfoide crônica, leucemias de células B, linfoma não Hodgkin, mieloma múltiplo, neoplasia das vias respiratórias, nevralgia do trigémeo, patologia uterina, perda de consciência, perturbação cognitiva, perturbação de ansiedade, perturbação do neurodesenvolvimento, sarcoma, síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido, síndrome hipereosinofílica, taquicardia, transtorno da comunicação, transtorno neurótico, tumor pulmonar, tumor renal e tumores dos tecidos hematopoético e linfoide.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
10 de 10 artigos

Neuropatia periférica

BProvávelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
5 de 5 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
2 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
2 artigos

Pneumonia eosinofílica

CPossívelRespiratória

Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.

Literatura:
1 artigos

Pneumonia eosinofílica aguda

CPossívelRespiratória

Febre e hipoxemia que abrem em dias, com eosinófilo no lavado e sangue normal — o hemograma limpo é o que faz descartar a hipótese cedo demais. Daptomicina e o início recente do tabagismo são as duas histórias clássicas. Responde ao corticoide em horas e recidiva se a droga voltar, o que serve de prova retrospectiva.

Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.