Neuropatia periférica
BProvávelNeurológicaSensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
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Que lesão de órgão triclorfom pode causar? neuropatia periférica, polineuropatia, paralisia, lesão hepática medicamentosa, complicações na gravidez, miopatia, transtorno respiratório, tremor, esteatose hepática, convulsão, arritmia cardíaca, cirrose hepática, citopenia, doença autoimune, doença cromossómica, doença desmielinizante, doença dos brônquios, doença genética, hipersensibilidade respiratória, insuficiência respiratória, leucocitose, leucopenia, neoplasia mieloproliferativa, paralisia respiratória, perturbação sensorial, retardo mental, síndrome de Down, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, broncoespasmo, adenocarcinoma, alucinação, apneia, asma, ataxia, bloqueio de ramo, carcinoma, carcinoma espinocelular, cólica, doença cerebrovascular, doença do baço, doença pulmonar obstrutiva, encefalite, encefalomielite, espasticidade, fraqueza muscular, hepatocarcinoma, hipertonia, hipoestesia, imunodeficiência, lesões orais, leucemia, linfocitopenia, linfoma, linfoma de células B, linfoma não Hodgkin, mielofibrose idiopática, mielopatia, nefropatia, neoplasia das vias respiratórias, papiloma, paraplegia, perdigoto, perturbação cognitiva, prurido, radiculopatia, sarcoma, transtornos linfoproliferativos e tumor pulmonar.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.