Transtorno respiratório
BProvávelRespiratória- Literatura:
- 5 de 8 artigos
Que lesão de órgão dimetoato pode causar? transtorno respiratório, doença ocular, lesão hepática medicamentosa, insuficiência respiratória, paralisia, complicações na gravidez, doença autoimune, fraqueza muscular, miopatia, esteatose hepática, neuropatia periférica, doença cerebrovascular, doença genética, estomatite, lesões orais, miastenia grave, nefropatia, neoplasia das vias respiratórias, neoplasia mieloproliferativa, oftalmoplegia, paralisia respiratória, sangramento gastrointestinal, síndrome paraneoplásica, tumor pulmonar, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, edema pulmonar não cardiogênico, cardiomiopatia, infarto do miocárdio, insuficiência hepática aguda, lesão renal aguda, adenocarcinoma, alopécia, arritmia cardíaca, ataxia, carcinoma, carcinoma espinocelular, choque cardiogênico, crescimento intra uterino restrito, dermatite atópica, dificuldade de aprendizagem, dispneia, doença da bexiga, doença da tireoide, doença do baço, doença óssea, edema cerebral, glaucoma, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hepatocarcinoma, hipertensão ocular, hipotensão arterial, insuficiência hepática, insuficiência renal, isquémia cerebral, lesão pulmonar, leucocitose, linfoma, linfoma de células B, linfoma não Hodgkin, mielofibrose idiopática, neoplasia da bexiga, osteoporose, pancreatite, pênfigo, perturbação cognitiva, perturbação do neurodesenvolvimento, reabsorção fetal, sarcoma, síndrome miasténico congénito, taquicardia, transtorno alimentar, transtorno da comunicação, transtorno de adaptação, transtornos linfoproliferativos, úlcera duodenal, úlcera gástrica e úlcera péptica.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.