Colestase
BProvávelHepáticaFosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
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Que lesão de órgão metandrostenolona pode causar? colestase, acne, doença das glândulas sebáceas, lesão hepática medicamentosa, infarto do miocárdio, trombose, adenocarcinoma, carcinoma, coronariopatias, doença genética, nefropatia, trombose coronariana, insuficiência cardíaca, lesão renal aguda, aborto espontâneo, colestase intra-hepática da gravidez, complicações na gravidez, distúrbio da diferenciação sexual, embolia, embolia pulmonar, hepatocarcinoma, hipertensão arterial, insuficiência adrenal, insuficiência renal, prurido, transtorno bipolar, transtornos do humor, cardiomiopatia, insuficiência hepática aguda, síndrome nefrótica, trombocitopenia, angiodisplasia, anomalias craniofaciais, artralgia, artropatia, cardiomegalia, cardiomiopatia dilatada, cisto, citopenia, disfunção ventricular esquerda, distúrbios do sistema vestibular, doença cerebrovascular, doença ocular, encefalopatia hipertensiva, erro metabólico hereditário, fenda palatina, glomerulonefrite, glomerulonefrite membranoproliferativa, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hiperplasia adrenal congênita, hipertensão portal, insuficiência hepática, lesões orais, miopatia, nefrite, pancreatite, paranoia, perda do embrião, perturbação sensorial, porfiria hepática, puberdade precoce, sangramento gastrointestinal, sarcoma, transtorno do espectro esquizofrênico, trombofilia, trombose venosa, trombose venosa cerebral e vertigem.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.