Lomustina

Que lesão de órgão lomustina pode causar? citopenia, leucopenia, trombocitopenia, agranulocitose, neutropenia, lesão hepática medicamentosa, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, anemia, leucemia, nefropatia, leucemia mieloide, leucemia mieloide aguda, neuropatia periférica, insuficiência renal, insuficiência renal crônica, perturbação sensorial, anemia aplástica, convulsão, aplasia de medula óssea, neoplasia das vias respiratórias, síndrome mielodisplásica, tumor pulmonar, pneumonite por recall de radiação, colestase, exantema medicamentoso, cistite hemorrágica, carcinoma, carcinoma espinocelular, cardiopatia, cegueira, cirrose hepática, complicações na gravidez, distúrbio da Pigmentação, doença celíaca, doença cerebrovascular, doença da laringe, doença do pé, doença infecciosa do sistema nervoso, doença óssea, edema cerebral, epiglotite, eritema, glomeruloesclerose segmentar e focal, glomerulonefrite, hematoma subdural, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hidradenitis, hiperpigmentação, insuficiência hepática, laringite, linfoma, linfoma de Hodgkin, má-absorção intestinal, meningite, mielofibrose idiopática, necrose avascular, nefrite, neoplasia do sistema nervoso, neoplasia mieloproliferativa, papiloma, patologia uterina, perda auditiva sensorioneural, perturbação cognitiva, pneumonia, proteinúria, supraglotite, surdez, transtorno auditivo, transtornos linfoproliferativos, traumatismo craniano e tumor de pele.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Trombocitopenia

BProvávelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
29 de 48 artigos

Agranulocitose

BProvávelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
17 de 27 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
11 de 14 artigos

Pneumonite intersticial

BProvávelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
9 de 13 artigos

Fibrose pulmonar

BProvávelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
8 de 10 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
3 artigos

Anemia aplástica

CPossívelHematológica

Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.

Literatura:
2 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
2 artigos

Pneumonite que reacende dentro do campo já irradiado, às vezes meses depois, quando entra a quimioterapia — gencitabina e taxano são os nomes de sempre. O infiltrado obedece ao desenho do campo de radioterapia e não à anatomia do lobo, e é isso que separa de progressão e de infecção.

Literatura:
1 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
1 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
1 artigos

Cistite hemorrágica

CPossívelUrogenital

Hematúria com disúria e coágulos depois de ciclofosfamida ou ifosfamida: a acroleína agride o urotélio. Hidratação e mesna previnem, e no transplantado a mesma apresentação pode ser vírus BK.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.