Glibenclamida

Que lesão de órgão glibenclamida pode causar? colestase, trombocitopenia, citopenia, coma, perda de consciência, coagulopatia, insuficiência cardíaca, diabetes mellitus, coma diabético, lesão hepática medicamentosa, arritmia cardíaca, colestase intra-hepática da gravidez, complicações na gravidez, convulsão, anemia hemolítica, exantema medicamentoso, anemia, doença autoimune, doença cerebrovascular, eritema, hemiplegia, paralisia, púrpura, vasculite, infarto do miocárdio, fotossensibilidade, ametropia, arteriosclerose, diabetes gestacional, diabetes na gravidez, granuloma, hipersensibilidade de tipo III, hipotensão arterial, hipóxia cerebral, insuficiência renal, isquémia cerebral, macrossomia fetal, nefropatia, pênfigo, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, transtorno factício, transtorno somatoforme, transtornos linfoproliferativos, pneumonite intersticial, cardiomiopatia, prolongamento do intervalo QT, lesão renal aguda, urticária e angioedema, vasculite ANCA por droga, afasia, anemia hemolítica autoimune, arterite, bolha, broncopneumonia, cardiopatia congênita, catarata, cirrose hepática, coronariopatias, diátese hemorrágica, distúrbio da fala, distúrbio da Pigmentação, doença arterial coronária, doença dos brônquios, eosinofilia, eritema multiforme, fasciculação, fibrilhação ventricular, hiperalgesia, hiperemia, hipermetropia, hipotensão postural, insuficiência respiratória, mioclonia, miopia, pancreatite, paresia, perda auditiva sensorioneural, perturbação do neurodesenvolvimento, pneumonia, poliúria, prurido, retardo mental, síndrome coronária aguda, síndrome de Münchhausen, surdez, taquicardia, taquicardia ventricular, transtorno auditivo, transtorno da comunicação, transtorno respiratório, tremor e tumor do pâncreas.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Colestase

BProvávelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
10 de 17 artigos

Trombocitopenia

BProvávelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
5 de 5 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Relatos no FAERS:
34
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,2)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
6 de 15 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
4 de 17 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
3 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
3 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
2 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
1 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Vasculite ANCA por droga

CPossívelRespiratória

Propiltiouracila, hidralazina, minociclina e a cocaína cortada com levamisol. O anti-MPO costuma vir em título alto com anti-PR3 junto, o que quase não acontece na vasculite idiopática; retirar a droga resolve boa parte.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.