Perturbação sensorial
BProvávelNeurológica- Literatura:
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Que lesão de órgão estireno pode causar? perturbação sensorial, surdez, transtorno auditivo, neoplasia das vias respiratórias, tumor pulmonar, daltonismo, doença dos brônquios, bronquite, bronquiolite, bronquiolite obliterante, leucemia, doença pulmonar obstrutiva, linfoma, perda auditiva sensorioneural, transtornos linfoproliferativos, lesão hepática medicamentosa, hipersensibilidade respiratória, perda auditiva induzida por ruído, asma, infertilidade, infertilidade masculina, tumor do pâncreas, adenocarcinoma, carcinoma, cardiopatia, complicações na gravidez, distúrbios do sistema vestibular, leucemia linfoide, perturbação cognitiva, pneumonite intersticial, pneumonia eosinofílica, esteatose hepática, neuropatia periférica, aborto espontâneo, adenoma, asma ocupacional, demência, dermatopatia, diátese hemorrágica, dificuldade de aprendizagem, eosinofilia, fraqueza muscular, glomerulonefrite, hipertensão ocular, leucemia linfoide crônica, leucemia mieloide, leucemia mielomonocítica aguda, leucemias de células B, linfoma de células B, linfoma não Hodgkin, mieloma múltiplo, miopatia, nefrite, nefropatia, neoplasia da próstata, perturbação do neurodesenvolvimento, pneumonite de hipersensibilidade, presbiacusia, proteinúria, síndrome hipereosinofílica, transtorno da comunicação, transtorno respiratório, transtorno somatoforme, transtornos do humor, tumor cerebral, tumores dos tecidos hematopoético e linfoide e vertigem.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.