Clorodiazepóxido

Que lesão de órgão clorodiazepóxido pode causar? complicações na gravidez, arritmia cardíaca, lesão hepática medicamentosa, convulsão, exantema medicamentoso, coagulopatia, coma, perda de consciência, púrpura, colestase, fotossensibilidade, citopenia, crescimento intra uterino restrito, hipotensão arterial, insuficiência respiratória, lesões orais, reabsorção fetal, taquicardia, transtorno do espectro esquizofrênico, transtorno respiratório, transtornos do humor, trombocitopenia, urticária e angioedema, erupção fixa por droga, anomalias craniofaciais, ataxia, doença da tireoide, hipertiroidismo, leucopenia, perturbação sensorial, edema pulmonar não cardiogênico, bradicardia, agranulocitose, anemia aplástica, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, alucinação, amnésia, anemia, aplasia de medula óssea, arterite, bloqueio de ramo, cardiopatia congênita, ceratite, craniossinostose, distúrbio da Pigmentação, doença da córnea, doença óssea, doença urológica, edema cerebral, encefalocele, epilepsia, eritema, eritema multiforme, espasmo, estomatite, exantema, fenda palatina, glaucoma, granuloma, hipercinesia, hipertensão ocular, hipóxia cerebral, midríase, mioclonia, miopatia, neoplasia das vias respiratórias, parada cardíaca, paranoia, perturbação de ansiedade, perturbação visual, poliarterite nodosa, sangramento gastrointestinal, síndrome de Capgras, taquicardia sinusal, taquicardia supraventricular, transtorno bipolar, transtornos linfoproliferativos, tumor pulmonar, vasculite e xerostomia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
4 de 12 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
4 de 129 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
4 de 9 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
3 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Literatura:
3 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
2 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
2 artigos

Erupção fixa por droga

CPossívelCutânea

Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.

Literatura:
2 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
1 artigos

Anemia aplástica

CPossívelHematológica

Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.