Bradicardia
BProvávelCardíacaA mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
- Relatos no FAERS:
- 284
- ROR:
- 3,3 (IC 95% 3–3,8)
- Literatura:
- 4 de 5 artigos
Que lesão de órgão oseltamivir pode causar? bradicardia, exantema medicamentoso, sangramento gastrointestinal, arritmia cardíaca, colite, confusão, delirium, alucinação, torsades de pointes, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, convulsão, lesão hepática medicamentosa, trombocitopenia, broncoespasmo, lesão renal aguda, gastroenterite, prolongamento do intervalo QT, cardiopatia congênita, complicações na gravidez, lesões orais, perturbação sensorial, transtorno respiratório, anemia, eritema, eritema multiforme, insuficiência respiratória, miopatia, nefropatia, transtorno bipolar, transtornos do humor, anemia aplástica, pustulose exantemática aguda generalizada, ametropia, aplasia de medula óssea, cirrose hepática, citopenia, colite isquêmica, convulsão febril, crescimento intra uterino restrito, dissonia, doença cerebrovascular, doença dos brônquios, estomatite, gastrite, glaucoma, hemorragia intracraniana, hipertensão ocular, hipotensão arterial, insônia, insuficiência renal, mania, mialgia, miopia, neoplasia das vias respiratórias, parada cardíaca, parto pré-termo, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbação visual, perturbações do controlo dos impulsos, rabdomiólise, taquicardia, taquicardia ventricular, tosse e tumor pulmonar.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Centenas de pústulas estéreis sobre pele vermelha, em dois a três dias. Confunde-se com psoríase pustulosa e com infecção — e a cultura vem negativa.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.