Ácido cítrico

Que lesão de órgão ácido cítrico pode causar? erosão dentária, transtorno respiratório, tosse, nefropatia, trombocitopenia induzida por heparina, lesão renal aguda, trombocitopenia, citopenia, insuficiência renal, abrasão dentária, arritmia cardíaca, doença óssea, prolongamento do intervalo QT, lesão hepática medicamentosa, convulsão, atrição dentária, cardiopatia congênita, doença da bexiga, hipotensão arterial, leucemia, leucemia linfoide, perturbação sensorial, tetania, trombose, nefrite intersticial aguda, nefropatia aguda por fosfato, anafilaxia, apneia, asma, bexiga hiperativa, bloqueio de ramo, carcinoma, carcinoma urotelial, complicações na gravidez, diabetes mellitus, diabetes mellitus tipo 1, diabetes mellitus tipo 2, dispneia, doença autoimune, doença cerebrovascular, doença dos brônquios, doença genética, doença nasal, doença pulmonar obstrutiva, esofagite, estenose do esófago, gastroenterite, hiperparatiroidismo, hipersensibilidade respiratória, imunodeficiência, imunodeficiência combinada grave, imunodeficiência congênita, insuficiência respiratória, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, lesões orais, linfoma, miopatia, nefrite, neoplasia da bexiga, obstrução das vias aéreas, osteomalacia, osteossarcoma, papiloma, parada cardíaca, parestesia, perturbação do neurodesenvolvimento, pielonefrite, pneumonia, prurido, rabdomiólise, raquitismo, reabsorção óssea, sarcoma, taquicardia, transtornos linfoproliferativos, tumor ósseo, tumor renal e tumores dos tecidos hematopoético e linfoide.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Queda de mais da metade das plaquetas entre o quinto e o décimo dia, e o risco é trombose, não sangramento. Transfundir plaqueta piora; o que salva é trocar por anticoagulante não heparínico antes do resultado do anticorpo.

Literatura:
5 de 11 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
4 de 181 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
4 de 53 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
2 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
2 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
2 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
1 artigos

Depósito de fosfato de cálcio nos túbulos semanas depois do preparo de colonoscopia com fosfato de sódio oral. A queda de função aparece quando ninguém liga mais o exame ao rim, e boa parte não recupera.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.