Tiotepa

Que lesão de órgão tiotepa pode causar? citopenia, leucopenia, trombocitopenia, distúrbio da Pigmentação, cistite, cistite hemorrágica, agranulocitose, lesão hepática medicamentosa, leucemia, leucemia mieloide, doença da bexiga, anemia, leucemia mieloide aguda, exantema medicamentoso, nefropatia, anemia aplástica, aplasia de medula óssea, lesões orais, neutropenia, pancitopenia, cardiomiopatia, lesão renal aguda, alopécia, arritmia cardíaca, infertilidade, insuficiência renal, neoplasia mieloproliferativa, pneumonite intersticial, convulsão, bloqueio de ramo, catarata, coagulopatia, complicações na gravidez, diátese hemorrágica, doença do enxerto contra hospedeiro, doença óssea, estomatite, flebite, gastroenterite, infertilidade masculina, neoplasia da bexiga, pneumonia, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, vasculite, edema pulmonar não cardiogênico, hemorragia alveolar difusa, pericardite, nefrite intersticial aguda, neuropatia periférica, urticária e angioedema, síndrome de pneumonia idiopática, acidente vascular cerebral, adenoma, anafilaxia, apneia, carcinoma, carcinoma urotelial, cardiopatia congênita, crescimento intra uterino restrito, disfunção cognitiva, distúrbios do sistema vestibular, doença cerebrovascular, doença dos ovários, eosinofilia, eritema, hematúria, hiperpigmentação, intertrigo, irite, leucemia monoblástica aguda, menopausa prematura, mieloma múltiplo, nefrite, neoplasia das vias respiratórias, parada cardíaca, pé torto, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, pielonefrite, polineuropatia, prurido, refluxo vesicouretral, sarcoma, sindactilia, síndrome mielodisplásica, surdez, taquicardia, transtorno auditivo, transtorno respiratório, transtornos linfoproliferativos, trombocitemia essencial, trombocitose, trombose, tumor pulmonar, uveíte e vertigem.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Trombocitopenia

BProvávelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
20 de 31 artigos

Cistite hemorrágica

CPossívelUrogenital

Hematúria com disúria e coágulos depois de ciclofosfamida ou ifosfamida: a acroleína agride o urotélio. Hidratação e mesna previnem, e no transplantado a mesma apresentação pode ser vírus BK.

Relatos no FAERS:
144
ROR:
420,8 (IC 95% 351,7503,4)
Literatura:
2 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Relatos no FAERS:
106
ROR:
1,1 (IC 95% 0,91,3)
Literatura:
9 de 23 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
30
ROR:
0,7 (IC 95% 0,51)
Literatura:
3 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
6 de 7 artigos

Anemia aplástica

CPossívelHematológica

Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.

Literatura:
4 de 16 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
3 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
3 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
2 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
2 artigos

Hemorragia alveolar difusa

CPossívelRespiratória

Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.

Literatura:
1 artigos

Pericardite

CPossívelCardíaca

Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.

Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Síndrome de pneumonia idiopática

CPossívelRespiratória

Lesão alveolar difusa depois do transplante de medula, sem infecção que a explique. O nome diz idiopática, mas o regime de condicionamento e a irradiação corporal total são o que está em causa.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.