Pancreatite
CPossívelDigestiva- Literatura:
- 60 de 326 artigos
Que lesão de órgão arginina pode causar? pancreatite, nefropatia, hipertensão arterial, hipotensão arterial, convulsão, pancreatite crônica, gastroenterite, esofagite, insuficiência renal, úlcera péptica, trombocitopenia induzida por heparina, anafilaxia, arritmia cardíaca, úlcera gástrica, hipertensão pulmonar, lesão hepática medicamentosa, asma, diabetes mellitus, doença cerebrovascular, doença dos brônquios, doença genética, doença pulmonar obstrutiva, hiperemia, hipersensibilidade respiratória, perturbação sensorial, úlcera, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, bradicardia, lesão renal aguda, trombocitopenia, neuropatia periférica, exantema medicamentoso, acidose tubular renal, ataxia, catalepsia patológica, citopenia, complicações na gravidez, coronariopatias, crescimento intra uterino restrito, deformidade adquirida do nariz, doença autoimune, doença da córnea, doença da tireoide, doença óssea, encefalomielite autoimune experimental, encefalopatia hepática, enterite, epilepsia, estado de mal epilético, estenose do esófago, flebite, hematúria, hemorragia intracraniana, hemorragia intraocular, hipotireoidismo congênito, hipotiroidismo, insuficiência hepática, insuficiência renal crônica, lesão pulmonar, mielinólise pontina central, nanismo, nefropatia hipertensiva, parada cardíaca, parestesia, proteinúria, retinopatia, sangramento gastrointestinal, taquicardia, trombose, uremia e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Queda de mais da metade das plaquetas entre o quinto e o décimo dia, e o risco é trombose, não sangramento. Transfundir plaqueta piora; o que salva é trocar por anticoagulante não heparínico antes do resultado do anticorpo.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.