Hipertensão arterial
CPossívelCardíaca- Literatura:
- 14 de 102 artigos
Que lesão de órgão sunitinibe pode causar? hipertensão arterial, citopenia, nefropatia, trombocitopenia, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, anemia, encefalopatia, doença da tireoide, encefalopatia hipertensiva, agranulocitose, encefalopatia hiperamonêmica, osteonecrose dos maxilares por medicamento, hipotiroidismo, leucopenia, neutropenia, proteinúria, insuficiência cardíaca, síndrome nefrótica, anemia hemolítica, adenoma, cardiomegalia, gastroenterite, insulinoma, lesões orais, miopatia, nefrite, neurite óptica, neuropatia óptica, piodermite gangrenosa, tumor do pâncreas, úlcera, derrame pleural, prolongamento do intervalo QT, infarto do miocárdio, insuficiência hepática aguda, nefrite intersticial aguda, lesão renal aguda, erupção fixa por droga, aneurisma, aneurisma da aorta, arritmia cardíaca, cardiopatia congênita, coagulopatia, colite, diátese hemorrágica, dissecção da aorta, doença pulmonar, eritema, estomatite, fraqueza muscular, glomerulonefrite, glomerulonefrite membranoproliferativa, hipersensibilidade de tipo III, hipertrofia ventricular esquerda, hipogonadismo, infeção respiratória, insuficiência hepática, insuficiência renal, miosite, pancitopenia, pancreatite, parestesia, perturbação sensorial, púrpura, púrpura de Henoch-Schönlein, sangramento gastrointestinal, tumor neuroendócrino e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Sonolência e confusão com amônia alta e função hepática normal — por isso a amônia não é pedida e o quadro passa por piora da epilepsia. Valproato é a causa clássica; também ocorre com quimioterapia e com o circuito da urease na infecção urinária.
Osso exposto que não cicatriza em oito semanas, quase sempre depois de extração. Antirreabsortivo em dose oncológica é o maior risco, e o antiangiogênico soma — avaliação odontológica antes de começar vale mais do que qualquer conduta depois.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.