Bradicardia
BProvávelCardíacaA mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
- Relatos no FAERS:
- 95
- ROR:
- 0,5 (IC 95% 0,4–0,6)
- Literatura:
- 11 de 11 artigos
Que lesão de órgão sofosbuvir pode causar? bradicardia, lesão renal aguda, arritmia cardíaca, fotossensibilidade, lesão hepática medicamentosa, hipertensão pulmonar, trombocitopenia, anemia hemolítica, nefropatia, anemia, insuficiência renal, exantema medicamentoso, cirrose hepática, psoríase, pneumonite intersticial, nefrite intersticial aguda, diabetes mellitus, doença da tireoide, doença genética, eritema, eritema multiforme, hipertensão arterial, nefrite, vasculite, fibrose pulmonar, derrame pleural, cardiomiopatia, miocardite, pericardite, convulsão, neuropatia periférica, anemia congenital, arteriosclerose, cálculo renal, citopenia, colite, confusão, contração ventricular prematura, coronariopatias, delirium, disfunção ventricular esquerda, dissonia, doença arterial coronária, doença autoimune, doença desmielinizante, faringite, gastroenterite, hemoglobinopatia, hepatite C, hepatite Viral, hipersensibilidade de tipo III, hipertiroidismo, hipotiroidismo, insônia, insuficiência hepática, insuficiência renal crônica, lesão pulmonar, leucopenia, líquen plano, mialgia, miopatia, nasofaringite, pancreatite, pitiríase, pitiríase rubra pilar, polineuropatia, porfiria cutânea tarda, porfiria hepática, prurido, retinite, retinopatia, sangramento gastrointestinal, síndrome de Cushing, talassemia, taquicardia, taquicardia ventricular, transtornos do humor, tumores dos tecidos hematopoético e linfoide e uveíte.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.