Mepacrina

Que lesão de órgão mepacrina pode causar? exantema medicamentoso, hiperpigmentação, melanose, distúrbio da Pigmentação, patologia uterina, retinopatia, complicações na gravidez, gravidez ectópica, lesões orais, líquen plano, perturbação sensorial, lesão hepática medicamentosa, anemia, carcinoma, condição pré-maligna, doença genética, miopatia, sangramento uterino anormal, anemia aplástica, aplasia de medula óssea, carcinoma espinocelular, doença da córnea, doença inflamatória pélvica, erro metabólico hereditário, infertilidade, lipidose, nefropatia, transtorno bipolar, transtornos do humor, tumor de pele, tumor do pâncreas, pneumonite intersticial, derrame pleural, fibrose pleural, cardiomiopatia, colestase, lesão renal aguda, meta-hemoglobinemia, fotossensibilidade, maculopatia tóxica, carcinogênese, carcinoma in situ, ceratodermia palmoplantar, colestase intra-hepática da gravidez, daltonismo, displasia, doença de depósito lisossômico, doença dos ovários, eczema, endometriose, eosinofilia, ependimoma, epilepsia, eritema, eritrodermia, fraqueza muscular, glioma, granuloma, hipotensão arterial, infertilidade feminina, insuficiência renal, leiomioma, leiomiossarcoma, metrorragia, mielopatia, mucopolissacaridose, neoplasia das vias respiratórias, obstrução intestinal, parestesia, peritonite, pneumonia, psoríase, queratose, rabdomiólise, retinite, sarcoma, transtornos linfoproliferativos, trombose, tumor cerebral, tumor da medula espinhal, tumor do ovário, tumor pulmonar e tumor renal.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
22 de 24 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
3 artigos

Anemia aplástica

CPossívelHematológica

Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.

Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Derrame pleural

CPossívelRespiratória

Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.

Literatura:
1 artigos

Fibrose pleural

CPossívelRespiratória

Espessamento que fica depois que o derrame sai, e restringe. Ergolínicos (bromocriptina, metisergida) e nitrofurantoína são os clássicos, e o dano é em boa parte irreversível — quem decide o desfecho é suspender cedo.

Literatura:
1 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
1 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

Meta-hemoglobinemia

CPossívelHematológica

Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.

Literatura:
1 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Literatura:
1 artigos

Maculopatia tóxica

CPossívelOcular

Perda de campo central que não volta depois de instalada — daí o rastreamento anual por OCT em quem usa antimalárico há mais de cinco anos. Tamoxifeno e pentosano polissulfato dão quadros parecidos e menos lembrados.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.